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Agronegócio, energia e farmacêuticas contratam mais 

 

Diretor geral da Robert Half, Fernando Mantovani afirma que mesmo na crise, o agronegócio se manteve aquecido. “A indústria farmacêutica não sentiu a crise e o setor de energia também segue muito bem. A indústria de serviços, de maneira geral, se manteve relativamente aquecida. Já a cadeia da indústria automotiva começa a dar sinais de melhora”, diz a respeito dos setores com mais perspectivas de contratação.

Segundo ele, entre as características comportamentais que se espera de um executivo é que tenha competências diferenciadas de comunicação, perfil de liderança, nível de comprometimento, flexibilidade e de proatividade. “Cumprir prazo, entregar mais do que se espera e ter habilidade para trabalhar em equipe complementam essa lista, assim como o grau de engajamento e de aderência à cultura da empresa”, diz.

Para Mantovani, essas características são avaliadas desde o início do trabalho na empresa e vão qualificando o profissional para ocupar posições executivas. “Para ser um bom gestor, talvez a cereja do bolo seja o equilíbrio emocional, como a pessoa lida com as situações de pressão”, completa.

Porta-voz da Right Management, Wilma Dal Col ressalta que para se tornar executivo a pessoa precisa ter capacidade de aprender e reaprender.

“Cada vez mais, esse é o grande diferencial dos profissionais. É preciso pensar além dos padrões convencionais. O profissional tem de entender que terá de se reinventar em alguns momentos. Essa é a tendência do mercado. Para se tornar executivo, acima de tudo, tem de ter essa flexibilidade.”

A diretora da Meta Executivos, Célia Campos, afirma que com a crise as empresas estão ainda mais exigentes nas contratações. “Solicitam candidatos com perfil inovador e capacidade de obter resultados. As habilidades em gestão de pessoas, relacionamento interpessoal com clientes, parceiros e equipe de trabalho, visão empreendedora de forma a garantir a sustentabilidade da empresa no médio e longo prazos, também são competências muito valorizadas.”

Agronegócio, energia e farmacêuticas contratam mais 

Célia Campos, diretora executiva da Meta Executivos. Foto: Douglas Campos/Divulgação

Wilma concorda e acrescenta que as empresas buscam pessoas com alto potencial, capacidade de aprender e aplicar isso rapidamente no trabalho, resiliência para lidar com as intempéries do mercado e da política, que afetam diretamente o seu dia a dia. “É preciso enxergar nos grandes problemas e na crise, uma oportunidade.”

Segundo ela, em termos de contratações de executivos conduzidas pela Right Management, a indústria foi responsável por 50% das contratações.

“Empresas de serviços contrataram 35% de nossos candidatos. Observamos que houve crescimento no segmento financeiro. Hoje, temos 10% dos candidatos sendo recolocados nesse setor. Os demais encontraram vagas no varejo, variando entre 3% e 4%.”

Célia afirma que desde o ano passado, a demanda na Meta Executivos tem sido, principalmente, por profissionais das áreas financeira, marketing e vendas. “É necessário acompanhar de perto o movimento do mercado e trabalhar de forma ativa, pois é sabido que crise e oportunidade andam juntas.”

Fonte: Estadão

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