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Com vacina, AstraZeneca fatura quase US$ 1 bi no Brasil

Com vacina, AstraZeneca fatura quase US$ 1 bi no Brasil

Com impulso da vacina contra a Covid-19, o Brasil foi o segundo país emergente que mais gerou receita para a AstraZeneca. A operação no país registrou um faturamento recorde de US$ 973 milhões.

Veja também: Pesquisa: preço de medicamentos será maior entrave do setor nos EUA

As informações são do Valor Econômico. “O Brasil é uma das prioridades para a AstraZeneca e a nossa bem sucedida parceria com a Fiocruz para a fabricação local da Vaxzevria (nome comercial do imunizante) deixa isso claro”, explica Iskra Reic, vice-presidente global de vacinas e terapias da farmacêutica.

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A executiva também comentou que essa parceria com a Fiocruz contemplou apenas o imunizante, mas, como os resultados foram positivos, iniciativas do tipo podem se tornar mais comuns.

Dose de reforço à vista

Iskra garantiu que, mesmo com a demora na aprovação da Anvisa, a farmacêutica segue confiante na aprovação da dose de reforço usando seu imunizante. A vacina fabricada pela AstraZeneca foi amplamente utilizada no Brasil. Mas, quando teve início a aplicação da terceira dose, o imunizante perdeu protagonismo, sendo utilizado apenas em caso de falta de doses da Pfizer.

“Sabemos que esse trâmite é muito técnico, confiamos nos dados de eficiência da nossa vacina na dose adicional, estamos em contato constante com as autoridades e acreditamos que a demanda vai se manter elevada”, comenta.

Nova versão da vacina não está nos planos

Diferentemente de outros laboratórios, como a Pfizer e a Moderna, que planejam fazer uma nova versão dos imunizantes focada em novas variantes, a AstraZeneca investirá na distribuição de doses de reforço.

Segundo Iskra, os dados preliminares dos testes clínicos são positivos e um estudo divulgado em janeiro mostrou uma alta resposta imune contra as variantes delta, alfa e gama. Em outra análise, o resultado também foi positivo contra a variante ômicron.

Queda na demanda é esperada

Com as doses de reforço, a farmacêutica reconhece que, apesar da demanda se manter, o nível será menor. “A demanda foi excessivamente alta em 2021 porque o esquema vacinal original exigia duas doses. Agora, com a expansão das doses de reforço e o surgimento de remédios profiláticos contra a doença, a demanda se mantém, mas não nos mesmos patamares”, pontua.

Para rebater essa queda, uma das apostas da AstraZeneca é na expansão da aprovação do Evusheld, coquetel de anticorpos preventivo contra a Covid-19. O medicamento já gerou uma receita de US$ 85 milhões para a farmacêutica em 2021.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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