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Comércio eletrônico registrou 1,72 bilhão de acessos em dezembro

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Segundo dados do Relatório Setores do E-commerce, da Conversion, agência de Search Engine Optimization (SEO), os principais varejistas virtuais no País receberam um total 1,72 bilhões de acessos no mês de dezembro último, ficando próximo da média mensal de 2021 (1,75 bi).

Em relação ao mês anterior, período da Black Friday, dezembro teve uma baixa de 14,76% na audiência do varejo eletrônico no Brasil, movimento dentro do esperado. De acordo com análise da Conversion, mesmo com o investimento e a demanda em queda em dezembro, alguns players trataram isso como oportunidade e cresceram, enquanto outros acompanhavam a tendência de queda.

Exemplo deste movimento é o Booking, que ganhou oito posições, assumindo a nona posição no ranking nacional do e-commerce, sendo o único do setor de Turismo na lista. Por outro lado, o Extra saiu do grupo dos 10 maiores sites e perdeu 10 posições no ranking. Destacam-se ainda na lista dos maiores sites Amazon e Shopee, que ganharam uma posição cada um; Shopee e Booking foram os únicos sites do top 10 a aumentarem a visitação em dezembro.

De acordo com o estudo da Conversion, a lista dos 10 maiores sites é composta de: 1. MercadoLivre, 2. Americanas, 3. Amazon Brasil, 4. Magazine Luiza, 5. Shopee, 6. Casas Bahia, 7. AliExpress, 8. Netshoes, 9. Booking e 10. Samsung.

O relatório mostra que, em média, cada brasileiro acessou cerca de oito vezes sites de e-commerce no mês. Cada acesso, por sua vez, pode ter a visualização de muitas páginas. Os canais preferidos para chegar às lojas são ‘direto’ (quando digita o endereço da loja e representa 44% dos acessos), busca orgânica (26,6%) e busca paga (19,4%). Tráfego de redes sociais representam apenas 3,1%.

Praticamente todos os setores caíram em dezembro, com exceção para o setor de itens automotivos, que teve alta de 2,96%, o que pode estar relacionado às férias e viagens de carro. As maiores quedas, entretanto, vêm de eletrônicos & eletrodomésticos (-24,06%), cosméticos (-23,38%), casa & móveis (-21,39%), esportes (-18,06%) e marketplace (-17,37%).

Em 2021, as pequenas e médias empresas do Rio de Janeiro faturaram R$ 141 milhões com as vendas online, valor 76% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 80,3 milhões). Em todo o Brasil, as PMEs faturaram R$ 2,3 bilhões com o varejo eletrônico, o que representa um crescimento de 77% em comparação com 2020. Os dados são do estudo NuvemCommerce, análise especializada anual do e-commerce brasileiro realizada pela plataforma Nuvemshop. O estudo está em sua 7ª edição e, desta vez, traz o desempenho das PMEs no e-commerce durante 2021, segundo ano do isolamento social e ano marcado pelos novos hábitos de consumo transformados desde 2020. No último ano, ainda mais brasileiros compraram no digital: 5 milhões de consumidores compraram produtos pela internet pela primeira vez. Além do balanço de 2021, o levantamento também indica as principais tendências de vendas e consumo para este ano.

Apenas no estado, as PMEs venderam 2,4 milhões de produtos em 2021, quantidade 37% superior ao volume do mesmo período do ano passado (1,7 milhão). Isso significa que foram vendidos cerca de quatro produtos por minuto. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo 722 mil no mesmo período (em 2020, foram 461 mil). O tíquete médio foi de R$ 195,13, um aumento de 12% em relação ao valor em 2020 (R$ 174,15).

Os dados de segmentos que apresentaram as maiores taxas de crescimento em faturamento em 2021 também expressam o cenário do país e os hábitos de consumo e tendências de cada região. No Rio de Janeiro, houve um crescimento expressivo das vendas de biquínis e roupas de banho: esses e-commerces tiveram um faturamento 325% maior que em 2020 (saltando de R$ 1,6 milhão para R$ 6,9 milhões). Outra categoria em alta foi a de produtos eróticos, que teve aumento de 132% em faturamento (R$ 3,9 milhões).

A ampliação da vacinação no país foi responsável pela volta das atividades fora de casa. O segmento de artigos para esportes teve alta de 124% em comparação com o último ano, somando R$ 3,5 milhões. O cenário de retomada também impactou nos cuidados com a aparência e a beleza dos brasileiros no último ano. Em relação a 2020, o segmento de joias aumentou o faturamento em 103% (R$ 5 milhões em 2021), enquanto o segmento de moda cresceu em 74% (R$ 50 milhões). Além disso, no Rio de Janeiro, o cuidado com a casa também esteve em alta: as lojas virtuais de casa & jardim tiveram faturamento de R$ 4,3 milhões, o que representa um crescimento de 66%.

No Brasil, as PMEs venderam 44,5 milhões de produtos, quantidade 59% superior ao volume do mesmo período do ano passado (28 milhões). Isso significa que foram vendidos cerca de 85 produtos por minuto no ano passado. O volume de pedidos (que pode envolver um ou mais itens em uma única venda) também esteve em alta, atingindo 10,5 milhões no mesmo período (em 2020, foram 6 milhões). O tíquete médio em 2021 foi de R$ 219,47, um aumento de apenas 4% em relação ao tíquete médio de 2020 (R$ 211,04).

Fonte: Monitor Mercantil Online

 

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