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Cresce identificação de profissionais com os serviços farmacêuticos

Um estudo da Abrafarma, em parceria com a Universidade Federal do Paraná, revelou que os farmacêuticos estão cada vez mais preparados para a prestação de serviços clínicos dentro das farmácias. O levantamento foi realizado entre junho e agosto deste ano com 4.897 profissionais – 22% de um total de 22.638 farmacêuticos atuantes nas redes associadas Abrafarma.

Os entrevistados responderam 18 perguntas opinativas que avaliam a atitude, motivação e intenção de comportamento em relação aos serviços farmacêuticos. As respostas variavam de “discordo fortemente” a “concordo fortemente”, podendo gerar um escore máximo de 100 pontos. Quanto mais alta a pontuação no teste, melhor o perfil do profissional para os serviços farmacêuticos.

De acordo com a Pesquisa Nacional sobre Farmacêuticos, profissionais do Norte e Nordeste apresentaram os melhores perfis para os serviços farmacêuticos: média de 78 e 75,9 pontos, respectivamente. Como consequência, cada profissional dessas regiões oferece até 10 tipos de serviços ao longo de oito a nove horas semanais com atendimento privativo. A região Sudeste cravou 70 pontos, com média de sete tipos de serviços por farmacêutico e seis horas de dedicação semanal aos atendimentos.

Ainda de acordo com a pesquisa, mais de 96% dos farmacêuticos consideram a prática dos serviços clínicos um passo importante para o avanço da profissão. Mais de 93% concordam que os serviços podem atrair mais clientes para a loja e 89% entendem que pode ser lucrativo para as farmácias. Cerca de 70% concordam que a oferta desses serviços não depende exclusivamente de sua vontade, mas deve estar inserida em um contexto organizacional, em que os líderes e empresários enxergam a atividade como parte de seu negócio principal.

O estudou apontou ainda que os serviços mais comumente oferecidos são medida da pressão arterial (84,7% dos farmacêuticos), teste de glicemia capilar (73,6%), campanhas de saúde envolvendo a comunidade (62,9%), programas de acompanhamento para hipertensão, diabetes e colesterol (60,5%, 59,5% e 47,9%, respectivamente), programas contra o tabagismo (57,9%), gestão do peso (56,1%), revisão da medicação (55,5%) e aplicação de injetáveis (52,8%).

Fonte: Rede Press

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