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Crise no emprego muda comportamento de trabalhadores com tatuagem

Restrições impostas no mercado de trabalho para pessoas com tatuagem tem provocado uma mudança comportamental.

Adeptos de tatuagem já aceitam esconder seus desenhos para concorrer a vagas que excluem candidatos por esse requisito.

Apesar de ser considerada discriminação, prevista na Constituição, a prática é regida pela oferta e procura.

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As empresas exigem e o funcionário esconde a tatuagem para não perder o emprego.

Reportagem da BBC News mostra situações em que o candidato foi desclassificado na segunda fase de um concurso público por ter tatuagens.

Relata, também, casos de lojas e drogarias que pedem aos funcionários para cobrir os desenhos com esparadrapos.

A prática ganhou o nome de “efeito múmia”, já que as fitas se soltam com o calor e ficam penduradas pelo corpo.

Em 2016 o STF proibiu qualquer desclassificação de concurso público por causa de tatuagens.

Segundo o advogado Anis Kfouri, nenhum gestor pode obrigar o funcionário a esconder as tatuagens. Se houver constrangimento, cabe processo por danos morais e indenização, recomenda.

Fonte: Beto Ribeiro

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