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Em Minas, 14% dos testes para Covid-19 feitos em farmácia deram positivo

Minas Gerais é o segundo Estado com mais testes rápidos para Covid-19 feitos em farmácia. Foram 92.240 exames, sendo 13.467 com resultado positivo para o coronavírus, o que equivale a 14,6% do total. Uma média de 846 exames foram feitos por dia no Estado. Os dados são da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) coletados de 6 de maio a 23 de agosto.

O Estado com maior proporção de testes positivos em comparação com o número de testes realizados é o Amapá, onde 30,37% dos exames detectaram a presença de anticorpos para o coronavírus. Minas Gerais é o 16º colocado em porcentagem de infecções confirmadas, com 14,6% de testes positivos. São Paulo é o Estado em que mais testes foram realizados (262.333), mas a taxa de positivos é menor que a de Minas – 12,4%. Veja o ranking por percentual de testes positivos:

Amapá 30,37%
Acre 29,37%
Paraíba 28,04%
Ceará 26,37%
Amazonas 25,14%
Bahia 24,65%
Pará 22,35%
Maranhão 20,47%
Pernambuco 19,59%
Rio de Janeiro 18,93%
Rondônia 18,69%
Espírito Santo 18%
Rio Grande do Norte 17,3%
Mato Grosso 15,47%
Paraná 15,07%
Minas Gerais 14,6%
Alagoas 14,26%
Roraima 14,21%
Sergipe 13,68%
Piauí 13,59%
Distrito Federal 13,52%
Goiás 13,15%
São Paulo 12,46%
Rio Grande do Sul 10,25%
Santa Catarina 10,21%
Mato Grosso do Sul 10,09%
Tocantins 9,98%

Para o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, o serviço oferecido nas drogarias serve para como ferramenta no combate à pandemia. “Os testes rápidos de farmácias são indicados a partir do oitavo dia de sintomas e seguem padrão de qualidade internacional. Somente com uma boa cobertura de testagem poderemos ter uma fotografia correta da pandemia e definir estratégias de controle mais assertivas”, ressalta.

O infectologista Estevão Urbano explica que a credibilidade do resultado do teste feito nas farmácias depende de vários fatores, como a época em que o exame é feito no paciente. “Esses testes rápidos têm pouca utilidade quando o paciente não tem sintomas, porque esses resultados não são muito padronizados. Mesmo os de melhores qualidades dão falsos-positivos, falsos-negativos, e quando o indivíduo está sem sintomas, ele pode ajudar menos e causar mais confusão”, explica.

O especialista ainda ressalta que a qualidade do teste rápido depende também da marca do equipamento usado. “O que difere muitas vezes esses exames é a qualidade dos mesmos. Muitas marcas foram lançadas, mas algumas são muito ruins, e outras, melhores. Fica difícil fazer uma generalização porque depende de cada farmácia”, diz.

Fonte: O Tempo (MG)

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