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‘Esperança para todos nós’, diz primeira pessoa a receber vacina 100% nacional contra Covid

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A vacina contra Covid-19 totalmente produzida no Brasil começou a ser aplicada na terça-feira (22) e a primeira pessoa a receber o imunizante, no país, foi a servidora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Juliana Françoise. Ela, que tem 42 anos, e tomou a dose de reforço, considerou o ato um “grande avanço no combate à pandemia”.

“Agora, já conseguimos produzir nossa própria vacina, o que é uma grande esperança pra todos nós”, diz Juliana.

“Agora, já conseguimos produzir nossa própria vacina, o que é uma grande esperança pra todos nós”, diz Juliana.

A vacina feita no Brasil é a AstraZeneca, que teve a produção iniciada após transferência de tecnologia da farmacêutica para a Fiocruz (veja histórico de aprovação abaixo).Juliana, que é de Pernambuco e mora em Brasília desde 2018, recebeu a dose 100% nacional após tomar duas doses da Pfizer.

Para a servidora, ter uma vacina feita em território brasileiro também é uma forma de “democratizar” o imunizante.

“Há a possibilidade até de enviar vacina para países que têm baixo estoque. Quando o mundo inteiro estiver vacinado, vamos ter um real avanço sobre a pandemia”, diz a servidora pública.

“Há a possibilidade até de enviar vacina para países que têm baixo estoque. Quando o mundo inteiro estiver vacinado, vamos ter um real avanço sobre a pandemia”, diz a servidora pública.

Juliana conta que não teve reações à vacina. “Agora, estou muito feliz por ter completado meu ciclo vacinal.”

A servidora teve Covid em novembro de 2020, antes de ser vacinada. Além de Juliana, outros cinco voluntários foram vacinados pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na terça-feira.

Imunização

Para aprovar o registro do insumo, a Anvisa avaliou estudos de comparabilidade – que demonstraram que o ingrediente fabricado no país teve o mesmo desempenho do importado. A agência regulatória emitiu, em abril de 2021, a certificação de boas práticas de fabricação do novo insumo – o que significou, na prática, que a linha de produção cumpria com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

O acordo de transferência de tecnologia com a Fiocruz foi formalizado em junho o ano passado. Em julho, o vice-presidente de produção da Fiocruz, Marco Krieger, disse que a fundação iria entregar mais de 160 milhões de doses da AstraZeneca até o final de 2021, com um mix de IFA produzido fora e no Brasil.

Na época, Krieger também havia declarado que a Fiocruz esperava produzir 180 milhões de doses 100% produzidas no Brasil em 2022. Desde então, a Fiocruz vinha realizando a produção de lotes de teste para obter a autorização de uso do IFA nacional.

O registro do insumo foi aprovado pela Anvisa no último dia 7 de fevereiro.

Fonte: G1.Globo


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