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Farmácia era QG de quadrilha fraudulenta

A associação criminosa suspeita de vender imóveis de terceiros como se fossem próprios, na região do Itapoã, usava uma farmácia na cidade como uma espécie de quartel-general do crime. O estabelecimento pertence ao homem apontado como chefe do esquema, que movimentou entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, segundo a Polícia Civil (PCDF).

Veja também: Duas mil caixas de remédios são furtadas de farmácia e podem ser vendidas pela internet

O grupo foi desarticulado pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Uma corretora e um funcionário de cartório do Plano Piloto, que não tiveram os nomes divulgados, estão entre os alvos. Eles foram indiciados e responderão em liberdade.

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As investigações duraram cerca de quatro meses. Segundo a PCDF, os suspeitos falsificavam contratos e os nomes dos titulares de imóveis localizados no condomínio Entre Lagos. Depois, os revendiam para pessoas de boa-fé.

De acordo com o delegado-cartorário da 6ª DP, Ulysses Luz, o grupo cobrava entre R$ 60 mil e R$ 70 em cada imóvel. O investigador confirmou que o homem apontado como líder da quadrilha, composta por pelo menos cinco integrantes, estava foragido e foi preso no município de Governador Eugênio Barros, no Maranhão, na madrugada desta quarta-feira (22/8).

Renilson Oliveira Torres, 39 anos, era empresário do ramo farmacêutico e teria arquitetado todo o esquema fraudulento. O delegado disse que o local escolhido como “quartel general da quadrilha” era uma farmácia de Renilson no Itapoã. No local, policiais encontraram documentos e contratos que comprovaram a prática ilícita.

Além de Renilson, está preso Rodrigo Pereira da Silva, que trabalhava no condomínio. Outro homem apontado como integrante do grupo criminoso, Arquisio Bittes Leão, segue foragido.

De acordo com o delegado, ele auxiliava o líder na adulteração dos documentos. Um funcionário do condomínio Entre Lagos também foi preso.

Vida de luxo

Segundo o delegado, Renilson levava uma vida de luxo. “Os carros que ele comprou comprovam isso. Temos uma caminhonete apreendida cujo valor beira os R$ 200 mil”, destacou.

O investigador classificou o esquema como “uma fraude muito bem arquitetada”. A Polícia Civil estima que pelo menos 25 pessoas tenham sido vítimas do golpe, mas acredita que o número possa aumentar. “A divulgação deve ajudar no reconhecimento dos criminosos”, assinalou.

Fonte: Cenário MT

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