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Maximiano precisa provar à CPI que foi à Índia antes de ser notificado a depor

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O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), decidiu solicitar uma cópia do cartão de embarque do sócio da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, como prova de que o embarque dele para a Índia ocorreu no último domingo (25), conforme informado à CPI. Omar Aziz pretende decidir o que fazer somente após a resposta da defesa de Francisco Maximiano.

A informação é importante para a comissão decidir o que irá fazer diante da ausência dele. A CPI notificou o empresário sobre o depoimento na segunda-feira (26).

Se confirmado que ele embarcou antes da comunicação, a CPI não pretende tomar medidas judiciais, tais como pedido de condução coercitiva ou prisão preventiva, conforme afirmou o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

O sócio da Precisa Medicamentos, empresa intermediária na compra da vacina Covaxin, pediu à CPI, nesta quarta-feira (28), a remarcação o depoimento dele à comissão. O cronograma previa ouvir Maximiano na próxima quarta-feira (4).

A secretaria da comissão parlamentar de inquérito foi comunicada que Maximiano se encontra na Índia e que, portanto, não poderá comparecer ao depoimento.

A solicitação foi para que ele seja convocado a depor após o dia 10, quando terá retornado ao Brasil. No entanto, a Anvisa recomenda que todo viajante que esteve no continente indiano fique em quarentena por 14 dias.

Também nesta quarta-feira (28), a defesa de Maximiano acionou o Supremo Tribunal Federal pedindo para que a ministra Rosa Weber reconsidere decisão que tornou obrigatório o comparecimento de Maximiano na CPI da Pandemia. O argumento é de que o empresário é tratado como investigado pela comissão.

A CNN Brasil entrou em contato com assessores de Francisco Maximiano, para saber sobre o envio do cartão de embarque à CPI e a confirmação da data, e aguarda retorno.

Fonte: CNN Online (Brasil)

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/caso-covaxin-veja-o-que-diz-o-relatorio-da-cgu-sobre-contrato-investigado-pela-cpi-da-covid/

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