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Medicamento recebe aprovação para o tratamento de artrite psoriásica

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de aprovar  a injeção de 80 mg/ml de Taltz® (ixequizumabe) para o tratamento de adultos com artrite psoriásica ativa. A primeira indicação do medicamento no Brasil havia sido aprovada no primeiro semestre deste ano, quando pacientes com psoríase moderada a grave passaram a contar com uma terapia capaz de ajudar na remissão de até 100% das lesões da pele.

 

A segunda indicação de Taltz® (ixequizumabe) ocorre a partir de dois estudos, com cerca de 670 pacientes com artrite psoriásica, diagnosticados há pelo menos seis meses, e com, no mínimo, três articulações acometidas pela enfermidade. A eficácia do medicamento foi comprovada a partir da redução de 20% da atividade da doença em 24 semanas.

No mesmo período (seis meses), os trabalhos com ixequizumabe mostraram que o ACR20 – critério adotado pela Associação Americana de Reumatologia para aferir a atividade da doença e a melhora geral do indivíduo no que se refere ao inchaço e à rigidez das articulações – teve quase o dobro de superioridade ao placebo (58% ante 30%), no SPIRIT 1, e perto do triplo no SPIRIT 2, com percentuais de 53% contra 20%, na mesma comparação, comprovando a eficácia do tratamento para a artrite psoriásica. “A aprovação para o tratamento da artrite psoriásica, em um curto espaço de tempo, comprova as expectativas da companhia de apostar num medicamento seguro e eficaz que, verdadeiramente, pode beneficiar o paciente”, explica Livia Gonçalves, Gerente Médica de Imunologia da Lilly.

 

Taltz e a artrite psoriásica

A segunda indicação de Taltz® (ixequizumabe) ocorre a partir de dois estudos, com cerca de 670 pacientes com artrite psoriásica, diagnosticados há pelo menos seis meses, e com, no mínimo, três articulações acometidas pela enfermidade. A eficácia do medicamento foi comprovada a partir da redução de 20% da atividade da doença em 24 semanas.

No mesmo período (seis meses), os trabalhos com ixequizumabe mostraram que o ACR20 – critério adotado pela Associação Americana de Reumatologia para aferir a atividade da doença e a melhora geral do indivíduo no que se refere ao inchaço e à rigidez das articulações – teve quase o dobro de superioridade ao placebo (58% ante 30%), no SPIRIT 1, e perto do triplo no SPIRIT 2, com percentuais de 53% contra 20%, na mesma comparação, comprovando a eficácia do tratamento para a artrite psoriásica. “A aprovação para o tratamento da artrite psoriásica, em um curto espaço de tempo, comprova as expectativas da companhia de apostar num medicamento seguro e eficaz que, verdadeiramente, pode beneficiar o paciente”, explica Livia Gonçalves, Gerente Médica de Imunologia da Lilly.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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