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Melhora da calvície pode estar no sangue do próprio paciente

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Melhora da calvície pode estar no sangue do próprio paciente Há alguns anos, médicos estudam a possibilidade do uso de plasma rico em plaquetas para regeneração dos folículos capilares Melhora da calvície pode estar no sangue do próprio paciente

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Calvície é hoje tratada com medicamentos ou cirurgia

Reprodução/Planet Ayurveda

Apesar dos avanços da ciência, um problema que aflige milhões de pessoas em todo o mundo está longe de ter uma solução definitiva: a calvície.

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Novos estudos caminham para um tratamento que depende apenas do uso do sangue do próprio paciente.

Trata-se do o plasma rico em plaquetas, técnica desenvolvida há algumas décadas, mas que passou a ser estudada mais a fundo nas terapias para calvície.

Na maioria dos países, incluindo o Brasil, o PRP, como é conhecido, tem aplicações apenas experimentais, ou seja, é usado em ambientes de estudo.

A técnica consiste na centrifugação de uma pequena quantidade de sangue do indivíduo. Depois do procedimento, é possível obter uma maior concentração de plaquetas.

As plaquetas representam o componente mais importante quando o objetivo é promover a cicatrização, apresentando propriedades anti-inflamatórias e regenerativas.

O plasma coletado é então injetado nos folículos pilosos, em um processo que é repetido mensalmente durante três meses e depois a cada três ou seis meses.

A AAD (Associação Americana de Dermatologia) destaca que “há mais esperança no horizonte, uma vez que uma quantidade crescente de pesquisas indica que o procedimento conhecido como terapia de plasma rico em plaquetas pode fornecer um tratamento eficaz”.

Em casos acompanhados por médicos norte-americanos, os pacientes deixaram de perder cabelos e os folículos aumentaram de espessura, proporcionando eventual renascimento capilar, observa a AAD.

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/08/12/novo-teste-aumenta-chances-de-detectar-cancer-em-estagios-iniciais/

“Como qualquer procedimento e medicação, o PRP tem riscos e deve ser feito com muito cuidado. A grande pergunta hoje em dia é: funciona? Existem várias evidências que o PRP pode ter um papel coadjuvante, mas não é a cura definitiva”, explica o médico dermatologista Leonardo Spagnol Abraham, coordenador do Departamento de Cabelos e Unhas da SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Abraham observa que o principal risco do PRP é justamente a possibilidade de contaminação do sangue.

“O sangue é um dos ambientes mais propícios para a proliferação de bactérias. O risco existe na manipulação incorreta, contaminação, troca desse material.”

Atualmente, o tratamento convencional inclui o uso de medicamentos orais e tópicos. Alguns pacientes, no entanto, não se adaptam ou preferem não fazer uso.

Existe também a possibilidade de transplante e implante capilares, um procedimento cirúrgico, com alto custo, mas resultado duradouro.

Fonte: Portal R7

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