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Merck age para levar remédios a quem mais precisa deles

Com quase 350 anos de história, a alemã Merck moderniza sua fábrica no Brasil aposta em programas para ampliar o acesso a seus medicamentos

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Guilherme Maradei, presidente da Merck: a energia gasta para fabricar cada unidade de produto caiu 70% desde 2008 (Germano Lüders/Revista EXAME)

mais antiga indústria farmacêutica do mundo — fundada em 1668, na Alemanha —, Merck- atua em cerca de 70 países ao redor do mundo. No Brasil, é uma companhia quase centenária — iniciou suas atividades por aqui em 1923, quando começou a produzir solventes e ácidos orgânicos no interior de Minas Gerais. Dez anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde está hoje sua única fábrica no país. O parque industrial, no bairro de Jacarepaguá, recebeu nos últimos cinco anos mais de 160 milhões de reais em investimento para sua modernização e expansão. Com a inauguração da nova linha de produção, no início deste ano, que adicionou  uma capacidade de fabricação de até 1 bilhão de comprimidos por ano, a Merck deu um passo importante para manter-se cada vez mais ambientalmente eficiente, como demonstram os resultados dos últimos anos.

Entre 2008 e 2016, o uso de energia por unidade fabricada caiu 70%, enquanto o de água foi reduzido em 76%. No ano passado, a Merck consumiu 40% menos gás natural do que em 2015, o que contribuiu para diminuir as emissões diretas de gases de efeito estufa em 35%. “Na modernização da fábrica, trouxemos equipamentos de última geração que nos permitirão reduzir ainda mais o uso de recursos e também os custos”, diz Guilherme Maradei, presidente da Merck. “Com isso, também poderemos manter nossos programas de acesso a medicamentos.”

Segundo Maradei, o ganho de eficiência permitiu que a companhia mantivesse, nos últimos seis anos, o preço do medicamento para diabetes que fornece ao programa Farmácia Popular do Brasil, do governo federal, de distribuição a preços subsidiados para pessoas de baixa renda. O diabetes pode levar a complicações como cegueira e amputação de membros e, em 2016, atingia quase 10% dos brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. Para ampliar o acesso a medicamentos, a Merck também realiza projetos em colaboração com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Saúde.

O principal deles é o desenvolvimento de uma nova formulação para o medicamento contra a esquistossomose, doença que afeta quase 240 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Dissolúvel em água para facilitar sua administração a crianças com menos de 6 anos, a nova terapia deverá estar no mercado em 2019. E fará parte do programa global de doações da Merck, que já destinou 200 milhões de comprimidos a 33 países africanos com grande número de doentes.

Fonte: Exame

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