fbpx

Casos de dengue em SC sobem para 156

dengue
Dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti — Foto: Getty Images via BBC

O número de casos de dengue em Santa Catarina em 2020 chegou a 156, de acordo com boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive-SC) divulgado nesta quinta-feira (5). A maioria dos pacientes contraiu a doença fora do território catarinense. A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Os dados são referentes ao período entre 29 de dezembro de 2019 e 29 de fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, o estado tinha 58 pacientes com dengue. Não há casos de febre de chikungunya ou vírus da zika em Santa Catarina, duas doenças também transmitidas pelo Aedes aegypti.

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/09/13/avanco-da-dengue-faz-governo-antecipar-campanha-contra-o-aedes-aegypti/

Casos de dengue em 2020 em SC

Fonte: Sinan On-line

Dos casos contraídos dentro de Santa Catarina, a maioria dos pacientes foi infectada em Joinville, no Norte do estado.

Cidades em que pacientes contraíram dengue dentro de SC

Fonte: Sinan On-line

Em relação aos casos contraídos fora de Santa Catarina, os pacientes foram provavelmente infectados nos seguintes estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Mato Grosso, Bahia e Acre, além do Distrito Federal e dos países do Paraguai e Porto Rico.

No estado, 100 municípios são considerados infestados pelo Aedes aegypti, a maioria na região Oeste, conforme tabela abaixo:

Municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti — Foto: Dive/SES/SC

Este ano, foram encontrados 9.863 focos do mosquito em 155 municípios catarinenses. No mesmo período de 2019, eram 7.509 focos em 151 cidades.

Municípios com focos do mosquito Aedes aegypti — Foto: Dive-SC

Sintomas da dengue

febre alta, entre 39ºC a 40ºC

dor atrás dos olhos

dor muscular intensa

dor de cabeça

fraqueza

manchas pelo corpo – presentes em 50% dos pacientes

Prevenção

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica divulgou orientações para evitar proliferação do mosquito:

evite usar pratos nos vasos de plantas – se usá-los, coloque areia até a borda;

guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;

mantenha lixeiras tampadas;

deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;

plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;

trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;

mantenha ralos fechados e desentupidos;

lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;

retire a água acumulada em lajes;

dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados;

mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;

evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;

denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;

caso apresente sintomas de dengue, febre de chikungunya ou vírus da zika, procure uma unidade de saúde para o atendimento

Os dados são referentes ao período entre 29 de dezembro de 2019 e 29 de fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, o estado tinha 58 pacientes com dengue. Não há casos de febre de chikungunya ou vírus da zika em Santa Catarina, duas doenças também transmitidas pelo Aedes aegypti.

Dos casos contraídos dentro de Santa Catarina, a maioria dos pacientes foi infectada em Joinville, no Norte do estado.

Em relação aos casos contraídos fora de Santa Catarina, os pacientes foram provavelmente infectados nos seguintes estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Mato Grosso, Bahia e Acre, além do Distrito Federal e dos países do Paraguai e Porto Rico.

No estado, 100 municípios são considerados infestados pelo Aedes aegypti, a maioria na região Oeste, conforme tabela abaixo:

Este ano, foram encontrados 9.863 focos do mosquito em 155 municípios catarinenses. No mesmo período de 2019, eram 7.509 focos em 151 cidades.

febre alta, entre 39ºC a 40ºC

dor atrás dos olhos

dor muscular intensa

dor de cabeça

fraqueza

manchas pelo corpo – presentes em 50% dos pacientes

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica divulgou orientações para evitar proliferação do mosquito:

evite usar pratos nos vasos de plantas – se usá-los, coloque areia até a borda;

guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;

mantenha lixeiras tampadas;

deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;

plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;

trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;

mantenha ralos fechados e desentupidos;

lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;

retire a água acumulada em lajes;

dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados;

mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;

evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;

denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;

Siga nosso Instagram: https://www.instagram.com/panoramafarmaceutico/

Fonte: G1

Cadastre-se para receber os conteúdos também no WhatsApp  e no Telegram

Jornalismo de qualidade e independente O Panorama Farmacêutico tem o compromisso de disseminar notícias de relevância e credibilidade. Nossos conteúdos são abertos a todos mediante um cadastro gratuito, porque entendemos que a atualização de conhecimentos é uma necessidade de todos os profissionais ligados ao setor. Praticamos um jornalismo independente e nossas receitas são originárias, única e exclusivamente, do apoio dos anunciantes e parceiros. Obrigado por nos prestigiar!
Notícias relacionadas

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação

viagra online buy viagra