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Preço dos alimentos assusta consumidor e toma maior parte da renda

Preço dos alimentos – A alta nos preços dos alimentos da cesta básica está assustando os consumidores em Marília, que afirmam estar comprometendo a maior parte dos salários com alimentação. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de fevereiro foi de 0,86%, 0,61 ponto percentual acima da taxa de janeiro (0,25%). Esse foi o maior resultado para um mês de fevereiro desde 2016, quando o IPCA foi de 0,90%.

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Segundo o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) a inflação dos produtos alimentícios atingiu 15%, número três vezes maior que a taxa oficial do país referente ao mesmo período.

Para as donas de casa marilienses, está cada vez mais difícil driblar a alta dos preços nos supermercados para garantir a alimentação da família. A auxiliar de laboratório Josiane Souza do Nascimento Martins, foi ontem com mãe Ana Maria no supermercado e reclamou dos preços. ‘Tá tudo muito caro. O óleo a sete reais é absurdo. O pacote de arroz por 20 reais em promoção, imagina. Antes com 100 reais era possível comprar muita coisa agora a gente leva duas sacolas. Outro absurdo é o preço do gás’, disse.

Josiane afirma que com a alta no preço da carne também vem substituindo o produto por outros mais baratos. ‘A carne a gente substitui por frango, por ovo. Mas até o ovo ficou caro demais’, lamentou.

A comerciante Susana Maria Silva, também reclama da alta no preço dos alimentos. ‘Tá tudo um absurdo. Em relação ao ano passado triplicou o preço das coisas. A carne não dá mais para comer todos os dias. Tem que substituir por verdura’.

A substituição dos produtos é a alternativa encontrada também pela recuperadora de crédito Jenifer Melo. Ela foi ontem ao supermercado e não gostou dos preços. ‘Acho que está tudo muito caro. Poucas coisas tem uma redução de preço de uma semana pra outra. A carne está sempre muito caro e tento colocar outras opções no lugar como frango e carne de porco’, afirmou.

PESQUISA

Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo em convênio com o Dieese, mostra que vários produtos da cesta básica tiveram alta entre os meses de janeiro e fevereiro. A margarina em janeiro de 2021, o pote de 240 gramas de margarina custava em média R$ 2,40 e aumentou para R$ 2,54, em fevereiro. A alta foi de 5,83%. Um dos insumos básicos da margarina é o óleo de soja.

A linguiça, bastante utilizada na cozinha brasileira, o quilo custava em média, R$ 19,54, em janeiro de 2021, e aumentou para R$ 20,52, em fevereiro. Segundo a pesquisa, a elevação foi de 5,02%. A linguiça é um alimento proteico cujo insumo básico é a carne suína. Os frigoríficos aumentaram a procura por animais para abate, apesar da demanda interna estar enfraquecida, e têm repassado as altas dos preços para a maioria dos cortes comercializados no atacado. A alta acumulada em 2021 foi de 9,97%. O valor médio passou de R$ 18,66, em dezembro de 2020, para R$ 20,52, em janeiro de 2021.

Fonte: Jornal da Manhã Marília

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/03/16/farmacias-sao-joao-alcancam-a-marca-de-800-lojas/

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