fbpx
O maior canal de informação do setor

Projeto Farmácia Viva, que distribui medicamentos fitoterápicos pelo SUS, gera empregos e economia

175

O Globo Repórter desta sexta-feira (11) falou sobre remédios naturais e, na cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, mostrou como funciona o projeto Farmácia Viva.

Os profissionais de saúde do município foram buscar o conhecimento sobre as plantas medicinais da Caatinga com os moradores das áreas rurais.

‘O saber da terra é do homem rural. A gente que vem buscar na zona rural, para levar para a cidade’, diz a bióloga Aline Alves Rodrigues.

‘O saber da terra é do homem rural. A gente que vem buscar na zona rural, para levar para a cidade’, diz a bióloga Aline Alves Rodrigues.

Depois de transformadas em xaropes, pomadas, lambedores, tinturas e até sabonetes, as plantas ocupam as prateleiras da Farmácia Viva. São 28 medicamentos fitoterápicos diferentes distribuídos de graça pelo Sistema Único de Saúde aos pacientes atendidos nas unidades de saúde do município.

Doutor Aristóteles Brito é clínico geral e médico de família em Afogados da Ingazeira. Ele explica quais são as doenças tratadas com maior frequência com os remédios naturais.

‘Micoses, hipertensão, diabetes, ansiedade. A gente não para o tratamento convencional, mas adiciona esses medicamentos, tentando diminuir a quantidade de drogas, que a gente sabe que esses medicamentos têm muitos efeitos secundários’.

‘Micoses, hipertensão, diabetes, ansiedade. A gente não para o tratamento convencional, mas adiciona esses medicamentos, tentando diminuir a quantidade de drogas, que a gente sabe que esses medicamentos têm muitos efeitos secundários’.

Os pacientes medicados com os remédios da Farmácia Viva ainda levam de volta os frascos para serem reciclados.

‘Cada produto pronto fica em torno de R$ 1,60. Se for o vidro reutilizado, ele vem para R$ 0,80, R$ 0,90. Os produtos que a gente acaba licitando, que são os alopáticos, ficam em torno de R$ 12, R$ 13. Na farmácia comercial, tem produtos que custam R$ 50, R$ 60. Então, a gente tem uma economia gritante de um produto. E dentro das políticas públicas, a gente espera ter uma economia em torno de R$ 10 mil por mês, totalizando R$ 120 mil no ano. Isso já faz diferença, sem contar que gera emprego para a nossa cidade – como eu, que sou farmacêutico, nós temos biólogos dentro da nossa equipe, jardineiros, temos técnicos em agroecologia, então acaba gerando emprego’, ressalta Fabrício Menezes, farmacêutico da Farmácia Viva.

‘Cada produto pronto fica em torno de R$ 1,60. Se for o vidro reutilizado, ele vem para R$ 0,80, R$ 0,90. Os produtos que a gente acaba licitando, que são os alopáticos, ficam em torno de R$ 12, R$ 13. Na farmácia comercial, tem produtos que custam R$ 50, R$ 60. Então, a gente tem uma economia gritante de um produto. E dentro das políticas públicas, a gente espera ter uma economia em torno de R$ 10 mil por mês, totalizando R$ 120 mil no ano. Isso já faz diferença, sem contar que gera emprego para a nossa cidade – como eu, que sou farmacêutico, nós temos biólogos dentro da nossa equipe, jardineiros, temos técnicos em agroecologia, então acaba gerando emprego’, ressalta Fabrício Menezes, farmacêutico da Farmácia Viva.

Fonte: G1.Globo

Cadastre-se para receber os conteúdos também no WhatsApp  e no Telegram

Jornalismo de qualidade e independente O Panorama Farmacêutico tem o compromisso de disseminar notícias de relevância e credibilidade. Nossos conteúdos são abertos a todos mediante um cadastro gratuito, porque entendemos que a atualização de conhecimentos é uma necessidade de todos os profissionais ligados ao setor. Praticamos um jornalismo independente e nossas receitas são originárias, única e exclusivamente, do apoio dos anunciantes e parceiros. Obrigado por nos prestigiar!
Você pode gostar também

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação