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Tíquete médio das farmácias cai 19% em um ano

tíquete médio das farmácias

O impacto da pandemia no comportamento de compra do consumidor resultou em queda no tíquete médio das farmácias e também na cesta de produtos adquiridos. É o que indicou a 5ª edição de 2022 de pesquisa realizada pelo IFEPEC – Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa em parceria com a Unicamp.

O levantamento envolveu 4 mil consumidores em todo o país. Em um ano, o tíquete médio caiu de R$ 55,02 para R$ 43,71 – uma considerável redução de 19%.

“Segundo os dados da pesquisa, que é realizada anualmente com consumidores de forma presencial, se percebe claramente os reflexos da diminuição de poder aquisitivo da população. Atualmente, o cliente compra menos unidades por visitas aos PDVs e busca produtos de preço menor, o que tornou significativa a redução do tíquete médio das farmácias”, aponta Edison Tamascia, presidente da Febrafar.

Tíquete médio das farmácias muda cesta de compra

O estudo revelou ainda que a quantidade de unidades adquiridas em uma cesta de compra, que era de três produtos na média em 2020, passou para 2,6 em 2021. Por fim, os consumidores priorizaram itens com preços menores, sendo que o valor médio por item passou de R$ 18 para R$ 16,81.

“Fazer uma pesquisa sobre o retrato real do comportamento dos consumidores no varejo farmacêutico nacional é primordial para o setor estruturar suas estratégias e ser mais assertivo na interação com os clientes”, acrescenta Tamascia.

Fidelidade e genéricos em alta

Importância da prescrição médica: 68% dos consumidores afirmaram que os medicamentos comprados tinham origem de prescrição médica, ainda que nem todos portassem a receita no momento da compra. Lembrando que hoje muitos medicamentos são de uso contínuo e que grande percentual dos produtos adquiridos nas farmácias são MIPs.

Fidelidade e melhor preço em alta: outra mudança no perfil cada vez mais observada é que mais consumidores afirmam que o preço foi o principal fator para a escolha da farmácia, atingindo 79,9% dos entrevistados. No ano anterior esse número era de 75,4%. Além disso, 86% dos entrevistados reportaram participar de algum programa de fidelidade.

Finanças é principal fator para não comprar: também cresceu o número de consumidores que deixaram de adquirir algum produto por questão financeira, sendo que mais de 19% dos entrevistados reportaram ter deixado de adquirir produtos que desejavam comprar.

Genéricos confiáveis: foi avaliado o grau de confiança dos entrevistados nos produtos genéricos. Com isso se observou que esse tipo de produto já caiu na preferência dos pesquisados, sendo que somente 3,3% afirmaram ter um nível de confiança ainda baixo.

Cresce compra digital: quase 17% dos entrevistados afirmaram que compram frequentemente ou raramente pela internet ou por aplicativos, ou seja, de forma virtual, quando comparado com períodos anteriores é mais que o dobro. Apesar de ser uma porcentagem ainda relativamente baixa, isso mostra que essa é uma modalidade que vem crescendo.

 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

 

 

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