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Tripulantes de navio ancorado em Santos estão com variante delta

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Tripulantes de um navio ancorado em Santos, no litoral paulista, estão com a variante delta do coronavírus. No Paraná, casos de covid-19 também foram identificados em três navios. O laboratório central de São Paulo, o Instituto Adolfo Lutz, confirmou que dois tripulantes de um navio com bandeira de Singapura estão com a variante delta do coronavírus. As informações são da Agência Brasil.

 

O navio está no porto de Santos desde o final de julho e foram confirmados 15 casos de covid-19 entre os tripulantes. Desde então, a embarcação cumpre quarentena. Duas pessoas precisaram ser encaminhadas para a Santa Casa de Saúde. Foram esses dois pacientes que tiveram o sequenciamento genético feito pelo instituto. Antes de chegar a Santos, o navio teve uma parada no porto de Aratú, na Bahia.

 

Agora, o Adolfo Lutz também vai fazer o sequenciamento de amostras de tripulantes de um navio com bandeira do Dakar que estão com sintomas de covid-19 e que também está atracado em Santos.

 

Até agora, foram confirmados 25 casos de transmissão comunitária da variante delta no estado. Ou seja, casos em que a transmissão se deu sem que a pessoa tivesse viajado para o exterior ou tido contato com quem viajou. Os dois casos no navio de Singapura não entram na conta porque são classificados como casos importados. Já no porto de Paranaguá, no Paraná, três navios cumprem quarentena depois que parte da tripulação testou positivo para covid-19.

 

A quarentena foi determinada pela Anvisa e as embarcações só vão poder atracar depois que forem feitos novos testes com resultado negativo. O período inicial previsto para a quarentena é de 10 dias. Um dos navios, com bandeira de Bangladesh, já tinha começado a carregar soja mas teve que interromper os trabalhos quando os casos foram confirmados, no dia 29 de julho. Alguns tripulantes da embarcação tiveram que ser hospitalizados.

 

Outro navio, com bandeira da República de Malta, tinha começado a descarregar fertilizantes e entrou em quarentena no dia 26. O terceiro navio, com bandeira de Antígua e Barbuda, começou a carregar açúcar, mas também teve que interromper os trabalhos no dia 29 de julho.

 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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