fbpx
O maior canal de informação do setor

União Química informa à Anvisa temperatura de armazenamento da Sputnik V

272

União Química – O laboratório União Química, responsável pela produção da vacina russa Sputnik V em território brasileiro, informou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a temperatura indicada para a conservação do imunizante.

Siga nosso instagram: https://www.instagram.com/panoramafarmaceutico/

Em nota, a agência informou que a temperatura é a mesma indicada no estudo publicado na revista científica The Lancet na última terça-feira (2), que é de -18°C. Após a divulgação do estudo que apontou eficácia de 91,6% da vacina russa, o laboratório paulista manifestou que pretende submeter os dados à análise da Anvisa para uso emergencial do imunizante.

Entretanto, esses dados são válidos para a versão líquida da vacina, que é diferente do que deve ser apresentado pelo laboratório à Anvisa, que deve submeter à análise uma versão sólida da Sputnik V, que depende de uma temperatura mais alta para o armazenamento.

Em resposta, a agência informou que o estudo é uma boa notícia, mas que ainda é necessário que a Anvisa tenha acesso aos dados completos dos estudos clínicos e não clínicos das fases I, II, e III para poder emitir um parecer sobre a possibilidade ou não do uso da Sputinik V em território brasileiro.

“A condução dos estudos clínicos fase III no Brasil, que é um dos pré-requisitos para se pleitear a autorização de uso emergencial da vacina no país”, dizia a nota. Entretanto, diferente da Coronavac e da vacina Oxford/Astrazeneca, a Sputnik V não passou por estudos clínicos de fase III no Brasil.

Como funciona a Sputnik V?

A vacina Sputnik V utiliza a tecnologia de vetor viral, ao inocular nos pacientes o adenovírus, que age como uma espécie de “cavalo de Tróia” e carrega o material genético (RNA) do Sars-Cov-2 para dentro do corpo humano com o objetivo de “treinar” o sistema imunológico do paciente para frear a reprodução dos coronavírus.

Uma particularidade do imunizante russo é que, ao contrário da vacina da Johnson & Jhonson, que utiliza apenas um adenovírus, a Sputnik V utiliza dois, um em cada uma das doses necessárias. O Ad26 na primeira aplicação e o Ad5 na segunda dose.

Fonte: Technanet

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/02/01/hypera-pharma-conclui-compra-de-portfolio-da-takeda/

Cadastre-se para receber os conteúdos também no WhatsApp  e no Telegram

Jornalismo de qualidade e independente O Panorama Farmacêutico tem o compromisso de disseminar notícias de relevância e credibilidade. Nossos conteúdos são abertos a todos mediante um cadastro gratuito, porque entendemos que a atualização de conhecimentos é uma necessidade de todos os profissionais ligados ao setor. Praticamos um jornalismo independente e nossas receitas são originárias, única e exclusivamente, do apoio dos anunciantes e parceiros. Obrigado por nos prestigiar!
Você pode gostar também

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação