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Várzea Grande (MT) tem alerta para possível surto de conjuntivite

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No entanto, ainda não há um levantamento sobre a quantidade de pacientes atendidos nas unidades de saúde. Casos aumentaram principalmente no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

Um possível surto de conjuntivite em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, é apurado pela Secretaria de Saúde do município. A informação foi divulgada nessa segunda-feira (18) pela Prefeitura de Várzea Grande. No entanto, ainda não há um levantamento sobre a quantidade de pacientes atendidos nas unidades de saúde.

A prefeitura disse que suspeita do surto depois que percebeu um aumento significativo de moradores que procuram atendimento nas unidades com os sintomas de conjuntivite, principalmente no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG).

Ainda de acordo com a prefeitura, o atendimento nas unidades de saúde de Várzea Grande deve ser reforçado para atender as pessoas com os sintomas da doença.

A conjuntivite é uma doença ocular que causa inflamação da conjuntiva e na parte branca do olho, uma membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e a parte interna das pálpebras.

A inflamação pode afetar um ou os dois olhos, mas é comum que os dois olhos sejam afetados, por conta da proximidade um do outro. Costuma durar entre 1 e 2 semanas, geralmente não causa sequelas e é bem frequente no verão. A conjuntivite pode ser caracterizada como aguda ou crônica.

Os principais sintomas da conjuntivite são: olhos vermelhos; coceira; pálpebras inchadas; secreção; visão borrada; ao acordar, o paciente tem dificuldade em abrir os olhos; sentir dor nos olhos ao olhar para lugares com claridade; sensação de areia nos olhos.

O tratamento pode ser feito com compressas embebidas em soro fisiológico e colírios indicados pelo médico, além de ser muito importante limpar os olhos com frequência. É muito importante consultar o médico para fazer o tratamento, pois é ele quem indicará o tipo de conjuntivite e, consequentemente, o tratamento. O uso do colírio correto é fundamental pois existem alguns anti-inflamatórios, outros antibacterianos e outros antialérgicos.

Compressas à base de camomila podem acalmar os sintomas da conjuntivite, por evitar a inflamação. Ao aplicar, é importante que seja feito com gaze para filtrar e aplicar em cima do olho.

Lentes de contato não devem ser usadas durante o tratamento. Cuidado especial com a higiene também deve ser redobrado para evitar a evolução da infecção.

Estar com a imunidade baixa pode ser um fator de risco da conjuntivite. Estar com as mãos sujas, não trocar constantemente as roupas de cama e toalhas também pode facilitar o contato com a doença. Outro fator que pode trazer risco é a predisposição a doenças autoimunes ou virais.

Os grupos mais propensos a terem o problema são: pessoas alérgicas; recém-nascidos; trabalhadores que trabalham com estilhaço de metais e vidros e não utilizam os óculos de proteção; pessoas que tenham contato com produtos de limpeza; pessoas que trabalham na manipulação de medicamentos e produtos químicos sem o uso dos óculos de proteção.

Fonte: G1

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