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Vendas do comércio crescem 0,6% em novembro, diz IBGE

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As vendas do comércio varejista cresceram 0,60% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja também: Autoridades do Fed acenam para alta de juros em março com inflação nas alturas

“Na série sem ajuste, o comércio varejista teve queda de 4,2% frente a novembro de 2020, quarta taxa negativa consecutiva. No acumulado no ano, o varejo aumentou 1,9%. Já o acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 2,6% em outubro para 1,9% em novembro, sinaliza redução no ritmo das vendas”, destacou o IBGE.

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Cinco das oito atividades pesquisadas tiveram taxas negativas em novembro. Mesmo assim o varejo avançou puxado, principalmente, pelo crescimento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%)

Perspectivas

Na véspera, o IBGE mostrou que o setor de serviços cresceu 2,4% em novembro, após 2 meses seguidos de perdas, ficando 4,5% acima do patamar pré-pandemia. Já a indústria teve a sexta retração mensal consecutiva em novembro e retrocedeu para patamar 4,3% abaixo do nível pré-pandemia.

Após ter entrado em recessão técnica no 3º trimestre, a economia continuou mostrando fraqueza a reta final de 2021em meio a um contexto de disparada da inflação, alta dos juros, queda de renda das famílias, aumento do endividamento, desemprego ainda elevado e preocupações com a situação das contas públicas.

A confiança empresarial caiu em dezembro pelo segundo mês seguido, para o menor nível desde maio, segundo índice da FGV.

Neste começo de ano, a economia brasileira, sobretudo as atividades mais presenciais, voltaram a ser impactadas ano pelo avanço da variante ômicron do coronavírus, com cancelamento de voos, afastamento de funcionários, novas restrições de público impostas pelas autoridades e menor circulação de pessoas nas ruas e escritórios.

O mercado projeta um avanço ao redor de 4,50% para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2021. Já a previsão de crescimento para 2022 está em apenas 0,28%, e parte dos analistas fala em até mesmo em retração.

Para a inflação, a expectativa é de uma taxa de 5,03% em 2022, o que seria um estouro do teto da meta pelo segundo ano seguido, após o IPCA registrar salto de 10,06% em 2021. Já a projeção para a taxa básica de juros da economia ao final de 2022 está em 11,75% ao ano.

Fonte: G1.Globo

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