Na imagem, o limítrofe, no sentido psiquiátrico da palavra, que foi erroneamente eleito e hoje procura o caos e o confronto, porque sabe que não ganha as eleições de 2022. Responderá pela sua falta de senso e razão nos tribunais.
Alguém avisa ao Supremo Mandatário da Nação que não se trata de leite derramado. Que são vidas humanas ceifadas aos milhares a cada dia. Vidas de gente que tem filhos, pais, irmãos e companheiros. E que tem sentimentos, ao contrário do dito cujo indigitado Presidente da República.
Em meio ao aumento dos casos e das mortes por covid-19 no país, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (7/4) que não adianta ‘chorar o leite derramado’. Declaração ocorreu em Foz do Iguaçu, durante cerimônia de posse do novo diretor-geral Brasileiro da Itaipu Binacional, General João Francisco Ferreira.
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‘Não vamos chorar o leite derramado. Estamos passando ainda por uma pandemia que, em parte, é usada politicamente. Não para derrotar o vírus, mas para tentar derrubar o presidente. Todos nós somos responsáveis pelo que acontece no Brasil. Em qual país do mundo não morre gente? Infelizmente, morre gente em tudo que é lugar. Queremos é minimizar esse problema’, apontou.
O chefe do Executivo ainda voltou a defender o tratamento off label do que chama de ‘tratamento precoce’ . Ele relatou fala em Chapecó, por onde passou mais cedo. ‘Há pouco falei em Chapecó, defendi o direito do médico em, não havendo medicamento específico, que use aquilo que acham que devem usar. O tratamento off label. A imprensa me massacrou dizendo que defendi medicamentos não previstos.O que eu defendi e defendo é o médico na ponta da linha receitar aquilo que ele achar mais conveniente em comum acordo com o paciente’, justificou.
Remédio
Bolsonaro ainda se disse surpreso com o empenho da mídia a respeito de informações e cobranças por vacinas e disse acreditar que em breve surgirá um remédio contra o vírus. ‘Tenho certeza que brevemente será apresentado ao mundo um remédio para a cura da covid. Porque a gente fica assustado, prezada imprensa brasileira, tanta eficiência, né, tanto foco apenas na vacina de U$ 10, 20 dólares a unidade’, continuou.
O mandatário completou dizendo que o governo quer vacina, desde que aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que é necessário preservar o direito do médico em receitar os medicamentos já defendidos por ele como cloroquina, ivermectina e nitazoxanida.
Fonte: Jornal O Expresso