Farma Conde e MCG discutem inovação farmacêutica com instituto estrangeiro
Encontro aborda IA, novas moléculas e futuro do desenvolvimento de medicamentos
por Gabriel Noronha em e atualizado em
Executivos das brasileiras Farma Conde e MCG se reuniram com representantes do Instituto Weizmann, de Israel, para discutir temas estratégicos para o futuro da indústria farmacêutica.
Os participantes abordaram pesquisa científica, novas moléculas e o avanço da inteligência artificial aplicada à saúde. O encontro também reforçou a continuidade da colaboração entre as empresas brasileiras e o instituto em estudos e novos projetos.
Durante a reunião, foram discutidos pontos relevantes para o cenário farmacêutico global, como os impactos das novas tecnologias, o papel da inteligência artificial na aceleração de pesquisas e o futuro dos medicamentos. Também entraram na pauta as conexões entre ciência, indústria e varejo farmacêutico.
Farma Conde e MCG reforçam agenda de inovação
A aproximação com o Instituto Weizmann faz parte de um movimento conjunto das empresas para ampliar a atuação da MCG e fortalecer o papel da indústria farmacêutica brasileira em soluções de saúde. A parceria busca conectar o setor nacional às principais discussões globais sobre inovação e pesquisa.
Os encontros, geralmente realizados em São Paulo, ocorrem sempre que representantes do Weizmann visitam o Brasil. Em 2025, a MCG, com apoio da Farma Conde, promoveu um evento com a presença de jovens cientistas do instituto.
Na ocasião, os pesquisadores Carmel Sochen, Sonu Kurien e Jenny-Lee Mathias compartilharam estudos e inovações com potencial para transformar a medicina e impactar a indústria farmacêutica.
O encontro mais recente contou com a presença de Manoel Conde Neto, presidente da Farma Conde, Claudia Conde, farmacêutica e fundadora da rede, e Dimitri Ferreira, diretor da MCG. Pelo instituto, participaram Dany Schmit, CEO para a América Latina, e Claudia Issler, da Associação de Amigos do Instituto Weizmann do Brasil.
“Esse tipo de diálogo é essencial para entendermos os caminhos da ciência e como as novas tecnologias podem contribuir para transformar a saúde”, afirma Conde Neto. “Nosso compromisso é acompanhar esses avanços de perto e buscar alternativas que possam, no futuro, beneficiar cada vez mais pessoas”, complementa.
“Quando olhamos para o futuro da saúde, precisamos considerar a inovação, o desenvolvimento de novas moléculas e a forma como a tecnologia pode acelerar descobertas importantes para a medicina”, finaliza Claudia Conde.