Faturamento da União Química cresceu 6,4% em 2024

Balanço revela ano de avanços em diferentes estatísticas

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Receita da União Química
Ebitda e lucro líquido também avançaram – Foto: Divulgação

O faturamento da União Química registrou uma evolução de 6,4% no último ano, alcançando a marca de R$ 4,2 bilhões, revela balanço publicado no início dessa segunda-feira, dia 24. A série de bons resultados permitiu que a companhia avançasse no ranking de farmacêuticas brasileiras, assumindo a quinta posição.

Entre conquistas e avanços financeiros, a companhia completou o lançamento de 42 produtos ao longo do ano, aprovando outros nove junto à Anvisa no mesmo período.

Investimentos em ESG cresceram

Os bons resultados permitiram ainda um maior investimento em suas iniciativas sustentáveis. Nos últimos meses a companhia completou a instalação de placas solares nas plantas de Brasília (DF) e Pouso Alegre (MG) e a migração da frota para veículos flex (etanol/gasolina), que permitiu uma redução de quase 50% na emissão de gases poluentes. Também manteve o programa Raízes da União, que realizou o plantio de 600 mil árvores e capacitou 1.904 educadores, 28.248 estudantes e 92 escolas.

Aumento no faturamento da União Química impacta diferentes métricas

O relatório ainda revela crescimentos em diferentes parâmetros de avaliação. O EBITDA do ano atingiu R$ 852 milhões (+9,2%), o lucro líquido foi de R$ 338,6 milhões (+2,1%) e o sell-out de retail da companhia cresceu 14,5%, registrando uma marca 3,1 pontos percentuais acima da média do mercado.

Expectativa para 2025 é de crescimento

Estimativas internas apontam para uma manutenção da tendência de crescimento, sustentada principalmente pelo lançamento de produtos. A companhia espera aprovações de órgãos como a Anvisa e o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) para anunciar ao menos 52 novos produtos, capazes de impulsionar as receitas anuais da farmacêutica em aproximadamente 20%.

No ano passado a União Química intensificou contatos com o vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, em busca de formas para acelerar a avaliação de registro e diminuir a dependência da importação de medicamentos, após anunciar investimento de R$ 413,2 milhões para o desenvolvimento de fármacos nos próximos três anos.

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