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Arrecadação de agosto é a maior da série histórica, R$146,4 bilhões

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A arrecadação de tributos federais cresceu 7,25% em agosto de 2021 em relação ao mesmo mês de 2020, isso já descontada a inflação. Foram mais de R$146,4 bilhões em impostos arrecadados no mês passado, valor recorde para agosto desde quando teve início a série histórica, em 1995.

No acumulado do ano, a arrecadação cresceu mais de 23% em comparação com o mesmo período de 2020, também já descontada a inflação medida pelo IPCA. De janeiro a agosto, o governo recolheu quase R$1,2 trilhão em impostos. É o maior valor da série histórica para os oito primeiros meses do ano.

O secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes, destacou que os resultados demonstram uma recuperação da arrecadação do governo federal.

Um dos destaques na arrecadação de agosto deste ano, segundo a receita, foi o recolhimento do imposto de renda das empresas e do lucro líquido das companhias, que cresceu 41% se comparado a agosto do ano passado, totalizando mais de R$ 25 bilhões, sendo R$5 bilhões considerados atípicos. No acumulado do ano, chega a R$29 bilhões os impostos recolhidos das empresas que a Receita considera atípicos, gerados por fatores não recorrentes.

O chefe do centro de estudos tributários da Receita, Claudemir Malaquias, explicou que esses valores atípicos estão ligados principalmente ao setor de commodities, em especial, de minerais e da metalurgia, devido ao aumento do valor dessas matérias-primas no mercado mundial.

A Receita Federal ainda revelou que, de janeiro a agosto, foram devolvidos à União mais de R$1,9 bilhão do auxílio emergencial. Foram mais de 363 mil contribuintes que, de acordo com a receita, receberam o dinheiro indevidamente.

Fonte: Agência Brasil

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/arrecadacao-federal-chega-a-r-171270-bilhoes-em-julho/

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