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Big Data auxilia indústrias a aprimorar performance no PDV

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Big Data

A Big Data, especializada na análise de dados por meio de inteligência artificial, vem se firmando como aliada estratégica da indústria farmacêutica. A partir de uma solução exclusiva em parceria com o Grupo SantaCruz, a empresa auxilia os fabricantes a introduzir novos produtos, reduzir ruptura e aprimorar a performance nas redes de farmácias e PDVs independentes.

Denominado One Click Order, o programa indica o sortimento ideal para cada ponto de venda, além de recomendar quais e quantos SKUs da indústria determinada farmácia deve receber. As ferramentas de inteligência artificial da Big Data possibilitam a avaliação de 17 mil variáveis que impactam o sucesso de um produto no PDV.

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“Indicadores dos próprios fabricantes revelam evoluções de até 14% no faturamento das empresas. O número de PDVs que compram os produtos da indústria também aumentou de 11% a 20%. Há casos em que lojas que aderiram à solução crescem mais de 16%, contra 7% das que não integram o programa”, afirma Gustavo Ioschpe, CEO e sócio-fundador da Big Data.

A aproximação com a SantaCruz teve início em 2021, atendendo a uma demanda da divisão de Consumer Health da GSK, hoje Haleon. A farmacêutica buscava estratégias mais assertivas para melhorar a performance de seus produtos nos PDVs de menor porte. “A satisfação foi tamanha que estendemos o contrato com a GSK para 2024 e fomos chamados a replicar a ideia no México e na Colômbia”, ressalta.

A iniciativa, inclusive, já ganhou a adesão de mais cinco indústrias – Granado, Germed, Kimberly-Clark, L’Oréal e Nivea –, que financiam a plataforma. “Temos mais 15 empresas com negociações avançadas e esperamos fechar o ano com pelo menos 30 indústrias dentro do programa de pedido eletrônico”, acrescenta Ioschpe.

Big Data: mais mix com otimização de recursos

As lojas que não estão performando com eficiência recebem recomendações baseadas no sortimento das farmácias mais próximas e que estão apresentando bons resultados. As indicações de compra aparecem na tela do pedido eletrônico da SantaCruz, na qual o farmacêutico e o balconista conseguem aferir a quantidade de unidades ideal para cada SKU. Quanto maior a adesão da farmácia a essa recomendação, mais desconto ela recebe na hora de fechar a compra. “Essas funcionalidades permitem não apenas ampliar a diversidade do mix, mas também otimizam verbas de trade da indústria”, acredita.

Tecnologia como antídoto contra o desperdício

Para Ioschpe, a compra sem uma análise de dados acaba gerando três problemas para a indústria – a começar pela ruptura, que deixa o cliente frustrado na ponta. O excesso de produtos, em especial medicamentos, força descartes evitáveis e prejuízos financeiros. E, por fim, essa má gestão gera desperdício de tempo.

“Os profissionais da indústria perdem, em média, uma hora por dia promovendo um sistema de reposição que é muito ineficiente, quando ele poderia estar otimizando seu tempo com a atividade-fim. E do ponto de vista da distribuidora, também evita a venda picada”, argumenta.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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