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Confiança do consumidor melhora em junho, mas permanece na área do pessimismo

A confiança do consumidor avançou um ponto na passagem de maio para junho, alcançando os 92 pontos, segundo o índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O indicador avança, mas lentamente. Desde fevereiro de 2020, período que marca o início da pandemia no Brasil, ele se encontra na zona do pessimismo.

Pelos critérios do INC, que varia de zero a 200 pontos, os resultados abaixo dos 100 pontos denotam pessimismo por parte do consumidor. No ano de 2022 o indicador avançou apenas quatro pontos, saindo de 88, em janeiro, até o patamar atual.

 

IMAgem graf inc JUNHO

 

A confiança oscila significativamente de acordo com a classe social. O que o indicador da ACSP mostra é que o consumidor de baixa renda, das classes D/E, está muito mais pessimista. Entre esse grupo, o INC registrou queda de um ponto entre maio e junho, recuando aos 58 pontos, patamar bem inferior à média do indicador (92 pontos).

A baixa renda foi o único grupo que registrou queda na comparação mensal. Nas classes A/B, o INC avançou de 101 para 102 pontos. Na classe C variou de 103 para 104 pontos.

A boa notícia é justamente a classe C, que se mostra a mais otimista. Esse grupo concentra mais da metade da população, segundo dados do IBGE – que são usados como parâmetro para o INC.

“O cenário econômico do país afeta a confiança do brasileiro, mas o que mais determina é a situação individual”, diz Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP. “Hoje, a maior parte da população da classe C possui ocupação formal ou informal, já está recuperando a renda que perdeu com a pandemia e ainda pode contar com recursos oriundos do saque do FGTS, da antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas e do Auxílio Brasil”, complementou.

SITUAÇÃO FINANCEIRA

Pelo estudo da ACSP, a percepção negativa dos consumidores em relação à situação financeira e ao emprego continuou presentes em junho. Do total de entrevistados para o INC, 48% consideram estar mal financeiramente. Sobre o emprego, 32% não se sentem seguros e temem ficar desempregados.

A percepção negativa em relação à situação financeira atual continua a refletir na menor disposição do consumidor em adquirir itens de maior valor, como carro e casa, e bens duráveis, como geladeira e fogão, diminuindo também, em junho, a predisposição de fazer investimentos.

O INC mostrou que não há mais do que 32% de brasileiros que se sentem dispostos a comprar um veículo, a mudar de residência ou a comprar algum produto da linha branca.

Fonte: Diário do Comércio

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