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Desinformação sobre doenças raras impera no setor

Desinformação sobre doenças raras impera no setor

A última enquete do Panorama Farmacêutico apontou uma completa desinformação de profissionais do setor quando o assunto são as doenças raras no Brasil.

Dos 3.053 leitores que manifestaram sua opinião, 68% (2.085) acreditam que somente há tratamento na rede pública, mas ele é pouco difundido. Outros 23% (695) desconhecem que o país mantenha alguma política para o combate a essas doenças. E 9% (273) acreditam que somente a rede privada atua nesse segmento.

Desde 2014, o Brasil mantém uma Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do sistema público de saúde, por meio da Portaria GM/MS nº 199. Além da rede organizada em torno de serviços de atenção especializada e de referência, a política resultou na ampliação do número de tecnologias e protocolos clínicos incorporados ao SUS. No entanto, especialistas acreditam que ainda é preciso superar inúmeros desafios.

“Expandir o volume de serviços habilitados é importante para que as redes de atenção sejam de fato estruturadas, tanto no aspecto geográfico quanto no de cobertura de um maior número de doenças”, avalia Elizabeth de Carvalhaes, presidente executiva da Interfarma.

Consulta pública

Ministério da Saúde, inclusive, deu início a estudos para ampliar o rol de tratamentos do SUS para pacientes com doenças raras, entre as quais a esclerose múltipla.  O órgão abriu uma consulta pública até o dia 15 de março para avaliar o tema, além de solicitar um parecer técnico da Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias (Conitec).

A consulta pode ser acessada pelo site http://conitec.gov.br/consultas-publicas, com a participação aberta a sociedades médicas, profissionais de saúde, cuidadores, associações de pacientes e toda a sociedade.

Próxima enquete

A nova enquete promete estimular um importante debate em plena semana do Dia Internacional da Mulher. Participe e dê sua opinião sobre a realidade atual das mulheres no mercado farmacêutico. O acesso delas é cada vez maior, ainda é restrito a cargos menores ou quase não existe?

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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