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Grupo DPSP facilita compra de medicamentos especiais

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O Grupo DPSP, proprietária das redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, está iniciando uma frente de negócios: a venda de medicamentos especiais para tratamentos complexos como câncer, fertilidade, doenças raras e tratamentos hormonais, como os usados para crescimento.

O acompanhamento será feito pelos farmacêuticos, que vão atuar esclarecendo dúvidas sobre a utilização e o acondicionamento correto desses medicamentos, além de garantir a continuidade do tratamento por meio de contato constante com os clientes.

“Sabemos que contar com a expertise de um profissional especialista num momento tão delicado da vida faz toda a diferença e é isso que queremos oferecer com esse novo serviço. Nossos farmacêuticos irão assegurar a continuidade de todo o tratamento, atuando no esclarecimento de dúvidas sobre a utilização e o armazenamento correto desses medicamentos”, ressalta Daniel Cavallete, gerente executivo de Desenvolvimento de Negócios do Grupo DPSP.

Inicialmente, a venda dos medicamentos estará disponível nos sites da Drogarias Pacheco e da Drogaria São Paulo, além de aplicativos, televendas e sob encomenda, nas lojas físicas do estado São Paulo e da cidade do Rio de Janeiro. A companhia está atuando com um portfólio robusto de produtos, devendo o cliente consultar previamente a possibilidade de aplicação do medicamento adquirido na unidade escolhida.

“Mercado Livre” da saúde

 Com um orçamento de R$500 milhões, o grupo planeja uma série de aquisições e integrações com startups para consolidar a construção de seu ecossistema de saúde.  Segundo o portal Startups, a rede aposta na digitalização de médicos e uso massivo de dados para apoiar sua visão de saúde preditiva.

A estratégia tem como fio condutor a união do digital com a presença física das drogarias. Para isso foi criado no final do ano passado o Viva Saúde, ecossistema que opera em proximidade, porém apartada do grupo de farmácias. A ideia é que as pessoas possam acessar, em um lugar só, produtos como medicamentos, serviços como consultas e exames e conteúdo com foco em prevenção. ‘Queremos ser uma plataforma como o Mercado Livre, fazendo conexões entre os brasileiros e provedores de saúde’, diz Cristiano Hyppolito, chief digital officer do grupo.

O primeiro passo da estratégia é viabilizar a digitalização dos médicos, por meio de uma plataforma desenvolvida pela TI Saúde, empresa do Porto Digital adquirida pela DPSP em janeiro. Por uma taxa mensal de R$59,90, médicos tem acesso a funcionalidades que incluem prescrição eletrônica, prontuário eletrônico, telemedicina, e um módulo de gestão com contas a pagar e receber, bem como recursos de CRM para facilitar o contato com pacientes.

Cerca de 10mil profissionais atualmente usam a plataforma, incluindo profissionais trabalhando em prefeituras que assinam o produto no formato white label. Clientes incluem cidades como Cotia (SP) e Petrolina (PE) – nessa última, mais de 450mil habitantes usam o sistema.

A monetização também deve acontecer através da conexão entre a plataforma e as farmácias. Neste hub, um paciente poderá, por exemplo, receber medicamentos em sua prescrição eletrônica em casa logo depois de passar em consulta. ‘Estamos preparando toda a malha logística para poder gerar uma experiência de cliente superior e remover os atritos da saúde, como ter que buscar itens em farmácias físicas, lidar com receitas em que o farmacêutico não consegue ler o que o médico escreveu’, diz Cristiano.

Dark Store em MG

O Grupo acaba de inaugurar em Belo Horizonte mais uma dark store, localizada no bairro Caiçara. A unidade conta com uma variedade de mais de 11 mil apresentações de produtos em estoque, em um espaço total de 1.355 m². A loja atenderá pedidos realizados via site, televendas e aplicativo. Esse movimento está alinhado ao plano de expansão qualificada e orgânica da companhia pelo país, que já conta com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro.

Leandro Rocha, gerente executivo digital e CRM, destaca o aumento das vendas pelo e-commerce e reforça a importância de mais uma dark store. “Atualmente, as vendas pelo e-commerce representam 10% dos negócios da companhia e temos melhorado cada vez mais nossa estrutura e capacidade de entrega. Isso reforça a necessidade desse tipo de unidade, para garantir mais agilidade e eficiência na entrega dos pedidos. A nossa expectativa é que esse atendimento complemente a atenção farmacêutica tradicional das lojas físicas, proporcionando mais comodidade e dinamismo na experiência de compra dos nossos clientes’, explica.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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