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Janssen realiza estudo para aplicação de vacina em adolescentes e Coronavac aguarda aprovação

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Com a aceleração da vacinação dos adultos contra a Covid-19 no Brasil e o sinal positivo do Ministério da Saúde para que seja feita a aplicação de doses também em menores de 18 anos em breve cresce a expectativa de adolescentes e crianças (e de seus pais) para que, em algumas semanas, todos começam a receber uma dose.A estimativa do governo federal é para o mês de setembro.

Na quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que inclui crianças e adolescentes com deficiência permanente ou com comorbidade como grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19, assim como gestantes e lactantes e pessoas privadas de liberdade.

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Todavia, apenas a vacina da Pfizer pode ser aplicada em pessoas acima de 12 anos no país, até o momento. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), “a solicitação de ampliação de uso da vacina, ou seja, a inclusão de uma nova faixa etária, deve ser feita pelo laboratório responsável pelo imunizante”.

Os demais institutos à frente de vacinas em uso no país (Johnson & Johnson, responsável pela Janssen, Butantan, pela Coronavac, e Fiocruz, pela Astrazeneca) estão em momento diferentes em relação a essa iminente demanda. A Anvisa explica que para incluir novos públicos na bula, o laboratório precisa conduzir um estudos que demonstrem a relação de segurança e eficácia para determinada faixa etária. Esses estudos podem ser conduzidos no Brasil ou em outros países.

Fonte: Jornal da Manhã

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