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Johnson publica dados de vacina em revista científica

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A vacina do laboratório Janssen, do grupo Johnson, teve 66% de eficácia em prevenir casos moderados e graves de Covid-19, 28 dias após a aplicação. Os dados, preliminares, já haviam sido divulgados em janeiro, mas só foram publicados em revista nesta quarta-feira (21), na “New England Journal of Medicine”.

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Considerados apenas os casos graves, o nível de proteção chegou a 85,4%. Nenhuma pessoa vacinada morreu de Covid.

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Entre os imunizantes em uso no mundo, é da Johnson é o único aplicado em uma só dose. Ele foi aprovado para uso emergencial pela Anvisa no final de março, mas o Brasil ainda não tem a vacina à disposição. Também em março, o governo disse que comprou 38 milhões de doses do imunizante, que devem ser entregues no 3º e no 4º trimestre de 2021.

Veja os principais pontos do anúncio:

Mais de 40 mil voluntários receberam vacina ou placebo.

Considerando todos os ensaios de fase 3 – em 8 países, incluindo Estados Unidos, Brasil e África do Sul – a vacina teve 66,9% de eficácia contra casos moderados e graves de Covid 14 dias após a vacinação. Após 28 dias, a eficácia ficou em 66%.

Considerados apenas os casos graves, em todas as regiões, a eficácia da vacina chegou a 85,4% após 28 dias. Depois de 14 dias, a eficácia ficou em 77%.

A proteção começou 14 dias após a vacinação.

A eficácia da vacina aumentou com o passar do tempo: não houve nenhum caso grave de Covid nos participantes vacinados 49 dias após a aplicação da vacina. A vacina garantiu 100% de proteção contra hospitalização e morte por Covid 28 dias depois da vacinação. Após essa data, ninguém foi hospitalizado ou morreu de Covid.

A proteção foi, de forma geral, “consistente” em todos os participantes, independentemente da raça ou idade – inclusive em adultos acima de 60 anos.

A vacina pode ser armazenada por pelo menos 3 meses em temperaturas de 2ºC a 8ºC – o que é compatível com a rede de frio de vacinação usada no Brasil hoje. Em temperaturas de -20ºC, ela fica estável por dois anos, estima a Johnson.

Na América Latina, além do Brasil, os testes foram realizados na Argentina, no Chile, na Colômbia, no México e no Peru.

Fonte: G1

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