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Queiroga diz que vacinação de reforço começará em 15 de setembro

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou na noite desta terça-feira (25/8), em primeira mão ao Metrópoles, sobre quando começará o esquema de aplicação das doses de reforço das vacinas contra a Covid-19. A data estipulada pelo ministro é o dia 15 de setembro.

A preocupação da pasta é aumentar a proteção sobretudo contra a variante Delta. Dessa forma, Queiroga disse que a iniciativa vai começar com os indivíduos imunossuprimidos, como os transplantados. ‘Desde que esses tenham tomado as duas doses da vacina, depois de 21 dias nós vamos aplicar um reforço que será a vacina da Pfizer’, disse o chefe da Saúde.

‘Só depois será para aqueles acima de 80 anos. Inicialmente, vamos aplicar também uma dose da vacina da Pfizer para aqueles que tomaram a última dose há seis meses’, ressaltou Queiroga.

O ministro destacou que o dia 15 de setembro foi escolhido para o início do esquema de doses de reforço por, a essa altura, ser possível ter uma ‘certeza de que toda a primeira dose vai ser aplicada nos brasileiros acima de 18 anos’.

Queiroga adiantou que a expectativa é que todos maiores de 18 anos sejam vacinados com as duas doses até o final de outubro, uma antecipação na estimativa anterior, que era dezembro.

Intervalo menor

O ministro também disse que o intervalo entre as doses dos imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca deve diminuir de 12 para 8 semanas, como acontece no Reino Unido.

‘Temos uma quantidade boa de doses da Pfizer, da AstreZeneca também temos doses suficientes’, analisou o chefe da pasta.

Estudos

O ministro ressaltou que o Ministério da Saúde encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a Coronavac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca no Brasil.

‘Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é inconteste’, disse Queiroga.

Fonte: Metrópoles

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