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Tecpar busca parceiros para produção nacional da vacina pentavalente

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) está com edital de chamamento público para desenvolver parcerias com empresas farmacêuticas com o objetivo de produzir nacionalmente a vacina pentavalente. O Instituto busca contribuir com o fornecimento do imunizante que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e pneumonia/meningite.

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Hoje, apenas seis empresas no mundo contam com a pré-qualificação pela Organização Mundial da Saúde (OMS), processo que garante a qualidade, segurança e eficácia do insumo. Atualmente, o Ministério da Saúde adquire a vacina pentavalente da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da OMS para as Américas.

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No entanto, das seis empresas pré-qualificadas na OMS, cinco são de países cujo mercado da saúde não é regulado e, portanto, não possuem registro em órgão regulatório equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, explica que, como laboratório público oficial, o Tecpar lançou o chamamento público a fim de prospectar parceiros e abastecer o mercado público de saúde brasileira.

 

“O chamamento público dá transparência ao processo, possibilitando a ampliação da oferta de novos produtos para fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuindo com a autossuficiência do país na área da saúde”, disse.

 

Pentavalente – A vacina pentavalente protege crianças brasileiras contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e pneumonia/meningite. Foi introduzida no calendário básico do Brasil a partir de setembro de 2012, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aumentar as coberturas vacinais com a combinação de vacinas em uma mesma aplicação.

 

A pentavalente é aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. A partir de 1 ano, o PNI (Programa Nacional de Vacinação) recomenda que as crianças tomem reforços. Transferência de Tecnologia – O edital prevê que as empresas interessadas possam participar de três fases: registro sanitário do produto em nome do Tecpar, fornecimento do produto pelo parceiro durante as etapas da transferência de tecnologia e transferência da informação técnica para a fabricação do produto.

Fonte: Extra Guarapuava

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