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Polícia prende 11 pessoas por venda ilegal de medicamentos

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venda ilegal de medicamentos
Imagem: Polícia Civil

A venda ilegal de medicamentos levou 11 homens à prisão nesta terça-feira, dia 16. A Polícia Civil fechou uma central clandestina de distribuição de anabolizantes e medicamentos em Santos, no litoral paulista. As informações são do G1.

A maior parte dos produtos encontrados no local são proibidos pela Anvisa ou já estavam fora do prazo de vencimento. A operação foi resultado de um mandado de busca e apreensão autorizado pela 1ª Vara Criminal de Santos e cumprido pela 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Segundo imagens obtidas pelo próprio G1 e cedidas pela Polícia Civil, as mercadoras eram organizadas em prateleiras, com setores segmentados para cada etapa do processo de distribuição.

Os policiais ainda foram a outros dois endereços, que seriam utilizados como depósitos pela quadrilha.

Durante as investigações, dois homens foram flagrados transportando e efetuando a venda ilegal de remédios no estacionamento de um mercado na Avenida Ana Costa. Os outros nove integrantes da organização estavam em um edifício comercial na Rua Alexandre Gusmão, no instante em que estavam embalando e etiquetando os produtos.

Venda ilegal de medicamentos incluía até canabidiol

O boletim de ocorrência revela que a venda ilegal de medicamentos contemplava medicamentos com substâncias psicotrópicas e até extrato de canabidiol. Também foram identificados anabolizantes com testosterona, remédios para emagrecimento e produtos veterinários. Esses medicamentos podem causar falência renal, doenças hepáticas, intoxicação, crises de ansiedade e perda de função cardíaca.

O custo da venda ilegal de medicamentos

R$ 200 bilhões é o preço que a falsificação de medicamentos impõe anualmente à indústria farmacêutica em todo o mundo, comprometendo a produtividade e a reputação do setor. Estimativas da Organização Mundial da Saúde apontam que essa indústria paralela forma o segmento mais lucrativo do comércio ilegal, impactando 30% dos remédios produzidos no mundo e provocando a morte de 1 milhão de pessoas por ano.

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