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Vitamedic rebate MSD sobre uso da ivermectina

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Vitamedic rebate MSD sobre uso da ivermectina

O diretor-superintendente da Vitamedic, Jailton Batista, rebateu em nota oficial a MSD (Merck Sharp&Dohme). Em divulgações na imprensa, a farmacêutica norte-americana analisava a eficácia da ivermectina no tratamento precoce da Covid-19. Confira o documento na íntegra.

“A propósito de nota veiculada nos meios de comunicação nesta data (05-02-2021) tendo como fonte a MERCK S.A sobre a eficácia do medicamento IVERMECTINA no tratamento precoce da COVID-19, a VITAMEDIC INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, produtora do produto no Brasil, esclarece:

1º – A MERCK S.A não é produtora da Ivermectina para humanos no Brasil. Desconhecemos qualquer estudo pré-clínico que essa empresa tenha realizado para sustentar suas armações quanto a ação terapêutica no contexto da COVID-19. A nota da Merck coincide com os testes que ora promove para desenvolver outro medicamento, o Molnupiravir (MK 4482) contra a COVID-19 e cujos dados foram atualizados no seu site no dia de hoje (05-02-2021).

2º – IVERMECTINA é um produto de baixo custo e histórico de baixo impacto em termos de efeitos adversos e largamente prescrita pela comunidade médica. Após a eclosão da pandemia da COVID-19, várias evidências médicas e estudos realizados ao redor do mundo, indicaram o medicamento como antiviral e incluído em protocolos médicos de instituições públicas e privadas como um adjuvante no tratamento da doença, especialmente nas fases iniciais. Isso ocorreu a partir de março de 2020 quando, pioneiramente, a University Monash, de Melbourne, na Austrália, apontou o benefício da droga como redutora da replicação viral.

3º – Em seguida, outros estudos conduzidos na Inglaterra, Estados Unidos, Egito, Argentina, Eslováquia, Egito, Peru, México, entre outros países, apontaram o produto como antiviral, obtendo a adesão de médicos e autoridades de saúde em inúmeros países, por ser especialmente uma alternativa eficaz, de baixo custo, e reduzido risco quanto à sua segurança. Na Inglaterra, por exemplo, o pesquisador e consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde) Dr. Andrew Hill, da Universidade de Oxford, é um dos entusiastas do uso do produto para tratamento da doença. A partir dos Estados Unidos, o pesquisador médico Dr. Pierre Kory, da Universidade de Wisconsin, membro fundador e que preside o FLCCC – Front Line Covid-19 Critical Care Aliance – lidera uma aliança global de médicos que defendem tratamento profilático a partir da Ivermectina. No Brasil, cientistas da área de farmacologia e mais de centenas de médicos conceituados que estão na linha de frente da pandemia procedem da mesma forma, por compreenderem os benefícios propiciados pelo medicamento.

4º – Foram as orientações de médicos no Brasil e no restante do mundo que impulsionaram o uso responsável do produto. Tratar os pacientes numa situação emergencial e de elevada gravidade, é uma prerrogativa do médico e, mais do que isso, uma questão de humanidade, pois, conforme o Conselho Federal de Medicina (portaria 4/2020), o princípio que deve nortear obrigatoriamente o tratamento do paciente portador da COVID-19 deve se basear na autonomia do profissional médico, de modo a oferecer ao doente o melhor tratamento disponível no momento.”

Jailton Batista
Diretor Superintendente

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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