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BeiGene obtém indicação de Brukinsa para leucemia linfocítica crônica

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leucemia linfocítica crônica
Foto: Reprodução site BeiGene

A BeiGene anunciou uma nova indicação de Brukinsa (zanubrutinibe) para pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou linfoma linfocítico de pequenas células(LLPC). A aprovação da Anvisa é válida para adultos sem tratamento prévio ou recidivantes/refratários.

“O medicamento tem agora tem quatro indicações aprovadas no Brasil, demonstrando o compromisso da BeiGene em levar esta opção inovadora de tratamento BTKi ou seja, os inibidores da tirosina quinase de Bruton, a mais pacientes em todo o mundo”, afirma Paulo Vernaglia, diretor médico nacional da BeiGene.

“Nosso ousado programa de desenvolvimento para LLC/LLPC forneceu evidências de eficácia superior em ambos os cenários de tratamento, de primeira linha e recaído/refratários, posicionando o Brukinsa para se tornar o BTKi de escolha”, acrescenta o especialista.

Leucemia linfocítica crônica tem progressão lenta

A LLC/LLPC é um câncer de progressão lenta no sangue e na medula óssea, no qual alguns glóbulos brancos chamados linfócitos B se tornam cancerosos e, se multiplicam de forma anormal. Ela é responsável por cerca de um quarto dos novos casos de leucemia no país. Em todo o mundo, a LLC/LLPC acrescenta mais de 200 mil novos casos a cada ano.

A incidência de leucemia no Brasil tem aumentado com o tempo e representa atualmente, o décimo tipo de câncer mais comum, afetando principalmente indivíduos adultos, geralmente com mais de 50 anos. Apresenta crescimento mais lento e raramente ocorre em crianças.

O Brukinsa é um inibidor de BTK altamente potente e seletivo, descoberto pelos cientistas da BeiGene, que pode ser ingerido em cápsulas uma ou duas vezes ao dia. A aprovação pela Anvisa para indicação de LLC/LLPC é baseada principalmente nos ensaios de Fase 3 SEQUOIA (sem tratamento prévio) e ALPINE (recidivante/refratário), que demonstraram que o medicamento é eficaz e bem tolerado na LLC/LLPC.

O medicamento foi previamente aprovado no Brasil como tratamento para pacientes adultos com linfoma de células do manto (MCL), que receberam pelo menos uma terapia anterior, com macroglobulinemia de Waldenström (WM) e com linfoma de zona marginal (MZL) recidivante/refratário (R/R), que receberam pelo menos um regime baseado em anti-CD20.

No total, a molécula recebeu aprovações regulatórias em mais de 70 mercados até o momento. A BeiGene está focada no desenvolvimento de medicamentos oncológicos inovadores e acessíveis para melhorar os resultados do tratamento e o acesso para pacientes em todo o mundo.

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