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Quais as causas, sintomas e prevenção do piolho

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piolho
foto: Freepik

O piolho é um parasita que infesta a região externa do corpo, causando desconforto e irritação. Embora os sintomas mais visíveis incluam coceira e irritação na pele, a sua presença pode representar um problema mais complexo do que simplesmente uma infestação.

Outras condições, como a falta de higiene pessoal e ambientes lotados, podem contribuir para a propagação desses pequenos insetos. Eles se reproduzem rapidamente e podem se espalhar facilmente em ambientes propícios, como escolas e creches. Para entender melhor essa condição e abordar suas implicações, é fundamental explorar suas características, formas de transmissão, tratamento e prevenção.

Quais as principais causas e sintomas do piolho

Os piolhos são transmitidos quando há contato próximo com uma pessoa já infestada, seja por meio de abraços, compartilhamento de objetos pessoais como pentes, escovas de cabelo e bonés. Também ocorrem em ambientes lotados onde as pessoas estão próximas umas das outras.

Quanto aos sintomas, os principais incluem:

  • Coceira intensa no couro cabeludo
  • Irritação e vermelhidão na região afetada
  • Presença de lêndeas (ovos de piolhos) nos fios de cabelo
  • Pequenas feridas causadas pela coçadura excessiva

Quais são os tipos de piolho

Cada tipo de piolho tem suas próprias características e preferências de habitat, mas todos podem causar desconforto e irritação para as pessoas infestadas. Os principais são:

  • Piolho da cabeça: Trata-se da espécie comum e é encontrada principalmente no couro cabeludo e na região próxima à nuca e orelhas.
  • Piolho do corpo: Este tipo infesta outras partes do corpo, como roupas, especialmente aquelas em contato próximo com a pele, como camisetas, camisolas e roupas íntimas.
  • Piolho da região pubiana: Também conhecido como “chato”, este inseto infesta a área genital e ao redor dos pelos pubianos.

Algumas curiosidades

  1. Preferências alimentares: Piolhos só se alimentam de sangue humano e não podem sobreviver em outras espécies de animais.
  2. Frequência: Infestações por piolhos são mais comuns em crianças em idade escolar, devido ao contato próximo com outras crianças.
  3. Vida fora do corpo: Piolhos adultos podem sobreviver por até 48 horas fora do corpo humano, tonando possível a transmissão indireta por meio de roupas, toalhas e objetos pessoais compartilhados.
  4. Ciclo de vida: O ciclo de vida de um piolho, desde a fase de ovo até a fase adulta, pode durar cerca de 30 dias, dependendo das condições ambientais.

Como combater esse parasita

O tratamento do piolho envolve uma série de medidas para eliminar os parasitas. Aqui estão algumas:

  1. Uso de produtos específicos: Existem loções disponíveis que contêm ingredientes ativos que matam os piolhos, uma boa dica é usar o Deltametril, que promove alívio e remoção dos parasitas, sem causar efeitos colaterais. O medicamento já inclui um pente fino que ajuda na remoção dos piolhos.
  2. Tratamento repetido: Em alguns casos, pode ser necessário repetir o tratamento após uma ou duas semanas para garantir que todos os piolhos e ovos tenham sido eliminados.
  3. Tratamento de roupas e objetos pessoais: Lave em água quente (pelo menos 60°C) todas as roupas de cama, toalhas, roupas e acessórios que possam ter entrado em contato com os piolhos. Itens que não podem ser lavados podem ser selados em sacos plásticos por algumas semanas para matar os insetos por asfixia.
  4. Limpeza e desinfecção: Limpe e desinfete escovas de cabelo, pentes, bonés e outros acessórios pessoais que possam ter sido infectados com piolhos.

Táticas de prevenção:

  • Evitar o contato próximo: Evite o contato próximo com pessoas infestadas, especialmente durante surtos.
  • Exames regulares: Faça exames regulares no couro cabeludo das crianças para identificar precocemente sinais de infestação.
  • Cabelos presos: Manter o cabelo preso em rabos de cavalo ou tranças pode ajudar a reduzir o risco de infestação, pois dificulta a movimentação dos piolhos de uma pessoa para outra.

Se os sintomas persistirem ou piorarem, é importante consultar um médico para avaliação e tratamento adequado. Caso não trate o piolho, podem, ainda que raramente, evoluir para infecções sistêmicas potencialmente graves

Este conteúdo é meramente informativo e não substitui a consulta médica. Para esclarecimento de dúvidas adicionais sobre uma patologia, medicamento ou tratamento, converse com um profissional de saúde de sua confiança. Evite sempre a automedicação

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