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Consumo de antidepressivos cresce 23,4% na pandemia

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Antidepressivos – Pesquisa realizada com a base de dados da Medipreço, startup parceira no cuidado à sau?de e bem-estar de colaboradores de empresas, e do painel de monitoramento de produtos controlados da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostra que o consumo de antidepressivos cresceu 23,4% durante a pandemia do Covid-19. Em 2021, o aumento é de 10% comparado com o volume de medicamentos vendido no ano passado. Já a compra de ansiolíticos, teve um avanço de 7% desde o início da crise sanitária e 8,2% neste ano, em relação ao ano anterior.

O levantamento considerou medicamentos psiquiátricos com as seguintes substâncias: Fluoxetina, Escitalopram, Mirtazapina, Citalopram, Diazepam, Bromazepam, Alprazolam e Lorazepam. Além disso, a projeção para 2021, foi feita com base no consumo até julho. A previsão é de que em 2021, sejam vendidos mais de 31 milhões de remédios antidepressivos e mais de 25 milhões de ansiolíticos.

De acordo com a pesquisa, os medicamentos antidepressivos são mais consumidos por pessoas com 34, 33 e 23 anos, nesta ordem. Na categoria, o mais comprado foi o Escitalopram e o mais buscado no aplicativo da Medipreço foi o Citalopram. Já os ansiolíticos foram mais consumidos por pacientes com 24, 36 e 31 anos e o mais comprado e buscado no app foi o Alprazolam.

As regiões que mais consumiram medicamentos antidepressivos e ansiolíticos, respectivamente, foram: Sudeste, Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte.

Por meio de uma plataforma de gestão de saúde continuada, a Medipreço permite que colaboradores das empresas parceiras comprem medicamentos e produtos de saúde com descontos em relação ao varejo tradicional, além de usar a análise de dados para oferecer estratégias inteligentes e trazer diagnósticos assertivos de prevenção de doenças dentro das companhias. ‘Por meio dessa avaliação inteligente de dados, feita de forma anonimizada e respeitando todas as regras da LGPD, conseguimos compreender e apontar tendências da saúde corporativa e também alguns comportamentos de mercado. Por exemplo, ao notar o crescente uso de medicamentos antidepressivos entre os colaboradores da empresa, a área de Saúde e de Recursos Humanos consegue traçar estratégias eficientes para prevenção da doença’, explica Bruno Oliveira, COO da startup.

Fonte: Novo Cantu Notícias

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