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E-commerce de farmácias cresce de dois a três dígitos

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e-commerce de farmácias

O e-commerce de farmácias vem se firmando como canal cativo de compras entre os consumidores brasileiros, com crescimento médio de até 60% em algumas varejistas no ano passado. As informações são do jornal Extra.

Nas 26 maiores redes de farmácias que integram a Abrafarma, as vendas digitais movimentaram R$ 3,46 bilhões entre janeiro e novembro de 2022 – 37% de avanço em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 2019, antes da pandemia, o e-commerce respondia por apenas 1,4% do faturamento do grande varejo. Hoje já representa 4,7% dos negócios.

“O setor vem trabalhando com sucesso a combinação entre a agilidade digital e a experiência na loja física, por meio de modalidades como o Clique e Retire. O consumidor tem acesso a uma jornada de compra e saúde muito mais fluida na farmácia”, avalia Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

Cesta diversificada no e-commerce de farmácias

Os medicamentos correspondem atualmente a 70% do movimento do e-commerce de farmácias, segundo as próprias redes. Destacam-se os remédios isentos de prescrição utilizados em tratamentos contra gripe, resfriado, dor e febre. Mas a evolução dos chamados não medicamentos é notória. O Grupo DPSP viu a comercialização de produtos nutricionais aumentar 128% em comparação com 2021, enquanto os dermocosméticos subiram 56% e os artigos de beleza avançaram 43%.

O e-commerce representa 10% do total de vendas da DPSP e o faturamento é 324% superior ao de 2022. “O resultado foi potencializado com o relançamento dos aplicativos, que possibilitaram uma experiência de compra personalizada. Além disso, investimos em tecnologias para criar uma jornada unificada em todos os nossos canais”, relata Cristiano Hyppolito, diretor de Tecnologia e Digital.

A participação do digital nos negócios da RaiaDrogasil é ainda maior e chega a 12%. Em 2021, o percentual era de 9%.  “A única diferença está na procura por itens relativos ao Covid que eram mais presentes no ano anterior e agora passaram a ser menos procurados”, comenta Flavio Correia, diretor de Relações Institucionais e com Investidores.

 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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