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Farmacêutica brasileira investe R$ 40 mi em planta

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Farmacêutica brasileira
Foto: Divulgação

Com o objetivo de ampliar em cinco vezes sua capacidade produtiva, a farmacêutica brasileira Multilab anunciou na última quinta-feira, dia 19, um investimento de R$ 40 milhões em sua planta fabril de São Jerônimo (RS). As informações são da Reuters.

Em comunicado, o diretor-geral da empresa, Gustavo Veber, explicou como o aporte será aplicado. Já durante 2023, R$ 12 milhões foram investidos para ampliar a área destinada a fabricação de antibióticos. Os R$ 28 milhões restantes serão alocados na ampliação das demais áreas durante 2024.

Os primeiros resultados do movimento realizado pela farmacêutica do Grupo NC já puderam ser sentidos em agosto. O número de caixas produzidas na fábrica por mês já saltou de 1,5 milhão em janeiro para 4 milhões há três meses atrás.

Com a conclusão da expansão, a expectativa, de acordo com o executivo, é chegar ao patamar de 10 milhões de caixas produzidas mensalmente.

Farmacêutica brasileira quer focar nos MIPs

Apesar de, em primeiro momento, a expansão da Multilab atingir os antibióticos, o foco da farmacêutica brasileira é se tornar um player cada vez mais relevante na comercialização de medicamentos isentos de prescrição (MIPs).

Atualmente, os MIPs representam 28% do portfólio do laboratório, percentual esse que deve aumentar em breve. “Este segmento deverá representar 40% do nosso porfólio”, afirma.

Multilab em números

Comprada por um valor não divulgado em 2018 pelo Grupo NC, a farmacêutica pertencia, anteriormente, a Takeda.

Para 2023, o laboratório espera registrar um aumento de 25% em suas vendas, totalizando um montante de R$ 350 milhões. A companhia reúne 340 colaboradores em sua planta gaúcha, a única da empresa, e planeja trazer outros 50 profissionais para suas linhas em 2024.

Empresa passou por unificação

Em 2022, já inserida no Grupo NC, a Multilab foi unificada com a Nova Química Genéricos, com o objetivo de ampliar a capilaridade e a distribuição de seus produtos nas farmácias.

A época, a projeção era atingir demanda de R$ 1 bilhão anualmente com a comercialização dos medicamentos de ambos os portfólios. Para tal, além da unificação das equipes comerciais, a farmacêutica também tinha planos de trazer até 150 profissionais do mercado.

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