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Estudo aponta farmacêuticas ainda distantes da realidade aumentada

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realidade aumentada

A realidade aumentada ainda não traz grandes impactos para o universo da indústria farmacêutica. Mas o problema não esbarra na falta de potencial da tecnologia, mas sim a problemas crônicos de compreensão sobre o assunto. É o que indica um estudo da consultoria GlobalData.

O relatório Realidade Aumentada em Saúde revela que 29% dos farmacêuticos não entendem o significado da realidade aumentada, enquanto 19% acreditam que há falta de cases para o segmento.

“A falta de compreensão e da usabilidade está inibindo seriamente a adoção dessa inovação no setor de saúde. Embora parte dos profissionais farmacêuticos já esteja mais familiarizada com a tecnologia por uma necessidade gerada pela pandemia da Covid-19, ainda há grandes lacunas no entendimento de como usá-la”, afirma George Monaghan, analista temático da GlobalData.

Fatores que impedem a realidade aumentada na indústria farmacêutica

Fatores que impedem a realidade aumentada na indústria farmacêutica
Fonte: Globaldata

 

O estudo mostra que, apesar de a realidade aumentada não ser definida como uma prioridade “imperdível”, com o a inteligência artificial (IA) ou a análise de dados — ela fornecerá valor às empresas que investem.

“A realidade aumentada é útil quando há muitas informações para se comunicar ou quando o seu compartilhamento é complexo. A tecnologia remove essa barreira fornecendo informações de forma mais intuitiva e compreensível, com possibilidades de aplicação em treinamento, pesquisa e desenvolvimento profissional de saúde (P&D), manufatura, vendas e marketing”, acrescenta.

Olhando mais amplamente, essa inovação deve explodir mundialmente, passando de meros US$ 7 bilhões em 2020 para US$ 152 bilhões em 2030, de acordo com as previsões da GlobalData. “Para produtos farmacêuticos e médicos, ela tem sido usada principalmente em aplicações de nicho dentro da fabricação, vendas e marketing. A tecnologia tem os casos mais promissores e de uso no apoio aos prestadores de serviços de saúde, particularmente na assistência cirúrgica e na formação profissional”, finaliza o executivo.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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