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Renda em queda preocupa donos de farmácias

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Queda na renda dos brasileiros é a maior ameaça para as farmácias

A balança do varejo farmacêutico pode pender para o lado errado com a queda na renda média dos brasileiros. Essa é a percepção de oito entre dez leitores que participaram da última enquete do Panorama Farmacêutico.

O levantamento contou com as manifestações de 3.192 assinantes. Deste total, 42% (1.947) apontaram a renda como principal ameaça para o crescimento das farmácias e drogarias no ano. Outros 39% (1.245) também enxergam esse tópico com preocupação, mas entendem que o avanço da concorrência e a escassez de crédito são componentes igualmente importantes.

Para 17% (538), os concorrentes representam o maior obstáculo; enquanto o crédito é visto como a barreira mais relevante apenas para 2% dos profissionais (62).

Para toda ameaça, porém, há uma oportunidade

O ambiente de incertezas no ambiente econômico, porém, pode ser encarado como uma oportunidade. Para especialistas, um dos caminhos obrigatórios para o varejo passa pela diversificação do mix e pelo cuidado redobrado com a gestão da cadeia de suprimentos.

“Com a inflação acima de 10%, maior patamar desde 2015, o consumidor deverá ir à farmácia com menos frequência. No entanto, ele precisará encontrar todos os produtos que deseja quando estiver na loja. O varejo terá a obrigação de acelerar o conceito de drugstore e reforçar o foco em conveniência”, observa Paulo Paiva, vice-presidente Latam da Close-Up International.

“Apostar em categorias como a de bomboniere tende a estimular a adesão dos clientes, na medida em que podem contar com atuação de mídia e promoção de forma irrestrita. Além disso, estão muito atrelados a compras por impulso na farmácia”, completa.

Daniela Jakobovski, consultora da Kantar, acredita que as farmácias de bairro, cujo crescimento em penetração chegou a dois pontos percentuais durante a pandemia, têm um cenário convidativo. “Esses 2% correspondem a 1 milhão de shoppers que, em função do isolamento social, encontraram no pequeno e médio varejo um canal de compra prioritário. E como esse setor tem como principal ativo a corrida por preços e promoções, a rota para fidelizar o cliente está traçada”, ressalta.

Queda na renda dos brasileiros é a maior ameaça para as farmácias

Nova enquete

A nova enquete busca avaliar outro fator macroeconômico que pode atingir em cheio toda a cadeia logística e de distribuição, com efeito cascata sobre o varejo. O efeito da crise dos combustíveis já está afetando sua empresa e os custos estão sendo repassados aos consumidores? Participe e contribua para o debate.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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