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Remédios para dormir: cuidados na hora de tomar para não se machucar como Joice Hasselmann

Nesta sexta-feira (13), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) sofreu ‘queda da própria altura’ e que não foi vítima de violência doméstica ou de agressão por terceiros.

A parlamentar acordou no dia 18 de julho no chão do seu apartamento funcional em Brasília, em meio a uma poça de sangue, com vários hematomas e fraturas. Ela acreditava ter sido vítima de um atentado, mas não descartava um acidente, pois não lembrava o que tinha ocorrido.

Joice relatou que havia tomado um remédio para insônia chamado Stilnox, com o princípio ativo zolpidem, conhecido por gerar ‘apagões’ nos pacientes. Mas quais são os cuidados necessários para fazer uso deste tipo de medicação? A seguir, veja algumas precauções para evitar acidentes.

Medicamentos

De acordo com a psiquiatra do Hospital Sírio-Libanês, Camila Magalhães, há duas linhas de medicamentos que podem ajudar a dormir. São eles: os benzodiazepínicos, conhecidos como calmantes, e os hipnóticos, que são condutores do sono. ‘Há vários problemas relacionados ao sono. Há pessoas que não conseguem começar a dormir, outras têm dificuldades em manter o sono ou acordam antes do necessário’, explica.

Cada linha de medicamento vai ser indicada para o tipo de problema do sono que o paciente tem. No entanto, Camila destaca que medicamentos como o zolpidem devem ser usados com acompanhamento e outros métodos psicoterapêuticos devem ser incluídos na rotina.

‘A pessoa pode ficar dependente destes medicamentos, por isso eles devem ser usados apenas por um tempo determinado. Há pacientes que criam tolerância ao remédio e isso pode levar à automedicação, o que aumenta os riscos desses apagões. Os calmantes também podem causar uma dependência, mas eles têm um efeito menor nos apagões’, afirma Camila.

Memória

Ainda segundo a especialista, estes medicamentos devem ser usados para tratar os sintomas de doenças como ansiedade e depressão. Para Camila, o ideal é usar esses remédios para controlar a doença e gradativamente ir retirando do paciente, levando em consideração os efeitos de longo prazo que eles podem oferecer.

‘Os remédios hipnóticos são conhecidos por interferir na perda de memória recente, geralmente associados aos períodos após a ingestão. Já os benzodiazepínicos oferecem um fator de risco mais elevado em relação à memória de longo prazo, principalmente em pacientes com predisposição para perda de memória e doenças como o alzheimer’, explica.

Cuidados

Segundo a especialista, o principal cuidado para pessoas que tomam os medicamentos hipnóticos é o acompanhamento próximo seu psiquiatra. ‘Se o paciente tiver uma apagão, ele deve avisar imediatamente seu médico, que irá reavaliar o tratamento. É importante sempre tomar esse remédio já no seu local de dormir e não se deve misturar com bebidas alcoólicas’, ressalta Camila.

Outro ponto destacado pela médica é o cuidado em tomar uma medicação que não foi prescrita para você, como usar o remédio de um familiar. ‘As pessoas estão usando estimulantes para acordar e calmantes para dormir. Precisamos mudar esses hábitos, diminuir o tempo de tela e procurar métodos da psicoterapia para diminuir o consumo de remédio’, conclui.

Fonte: Isto é Dinheiro Online

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/pandemia-afeta-sono-dos-brasileiros-e-aumenta-consumo-de-remedios-para-dormir/

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