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Cientistas da Amazônia avançam em terapia para combater o novo coronavírus

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Em 31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, na China. Tratava-se de um novo tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes em seres humanos. Desde então, cientistas do mundo todo começaram uma corrida – contra o tempo e contra o vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19. Alguns desses cientistas estão na Amazônia, região do planeta com riquezas naturais que também é farta em produção de conhecimento. Nesse pedaço do mundo, assim que surgiu a Covid-19, o professor doutor em genética e biologia molecular André Khayat já iniciava, com outros pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), uma investigação sobre uma terapia potencialmente capaz de destruir o vírus nas células infectadas por câncer.

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Chamada de ‘terapia-alvo’, ela utiliza metodologia já testada na oncologia, inclusive em remédios aprovados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), para o tratamento de doenças raras. Por conta da situação pandêmica, o grupo decidiu contribuir com os estudos mundiais e aplicar os conhecimentos em câncer também contra a Covid-19. ‘Diante da necessidade mundial, pensamos: que tal usarmos essa mesma abordagem de terapia-alvo para silenciar e bloquear a ação do gene do coronavírus na célula?’, relatam os investigadores.

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A resposta para a pergunta veio e se chama esperança – palavra que traduz os resultados da fase inicial da pesquisa, considerados muito bons. Mas ele alerta: ‘apesar de promissor, ainda temos um longo caminho pela frente’, diz, ao ser perguntado sobre a possibilidade de uma cura para a Covid-19. Por enquanto, a corrida por esse longo caminho segue firme no Núcleo de Pesquisas em Oncologia da UFPA, localizado na capital do Pará, na área do Hospital Universitário João de Barros Barreto, em Belém.

‘É como se tivéssemos produzindo um míssil teleguiado para entrar na célula, reconhecer e destruir apenas o alvo: o coronavírus” – André Khayat, cientista.

Lá, a pesquisa produziu uma molécula de RNA (ácido ribonucleico) de interferência, programada para atacar apenas o RNA do vírus da Covid-19, não sendo prejudicial às demais células do corpo. O RNA é uma macromolécula fundamental para a codificação e decodificação de informações genéticas, pela produção de proteínas, a partir de moléculas de DNA. A construção destes RNAs de interferência teve a importante colaboração científica do professor Jorge Estefano de Souza, bioinformata da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

‘É como se estivéssemos produzindo um míssil teleguiado para entrar na célula, reconhecer e destruir apenas o alvo: o coronavírus’, explica Khayat, que além da eficácia contra o vírus, confirmou que a nova medicação também não apresentou sinais de toxidade. ‘Nós também testamos o remédio em células saudáveis, sem o vírus, para verificar se ele atacaria alguma delas. O resultado foi que nenhuma célula foi atingida. Ou seja, seguindo este modelo, pode não ser prejudicial ao paciente’, afirma.

A explicação é que onde a terapia alvo foi aplicada, o vírus foi silenciado e impedido de se multiplicar como ocorre no grupo celular sem tratamento. ‘Atualmente, existem centenas de variantes do SARS-CoV-2 sendo sequenciadas no mundo todo e, para todas elas, o remédio seria potencialmente eficaz. Escolhemos como alvo uma parte específica do vírus, um gene que permanece nele apesar de mutações, ou seja, está presente em todas as variantes. Por isso, o tratamento pode ser eficaz até para a variante Delta’, reforça o pesquisador André Khayat.

Os experimentos foram realizados em células humanas e desenvolvidos em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC), outra instituição de pesquisa renomada da Amazônia. Essas células foram infectadas pelo coronavírus e apenas um grupo delas recebeu o tratamento com o RNA de interferência. Um dia após a infecção, o conjunto tratado apresentou queda da carga viral, enquanto o outro continuou com aumento progressivo. ‘A redução da carga viral de um grupo para outro foi em torno de 99%’, confirmou o pesquisador.

Apesar de otimistas com os bons resultados, os pesquisadores afirmam que é importante manter o ‘pé no chão’ – que nessa pesquisa significa uma longa estrada até os resultados conclusivos, que dependem dos próximos testes a serem retomados no próximo semestre, dessa vez em animais, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Se nesta próxima etapa se repetirem nos animais os efeitos observados na célula, o grupo estará habilitado a pleitear testes em humanos. ‘É importante lembrar que nem sempre o que ocorre numa célula in vitro (em laboratório) se repete em experimentos subsequentes. Então, ainda não temos um remédio. O que temos de proteção é a vacina’, destacam os professores.

Covid-19 deixou marcas na vivência da pesquisa

Ao longo do processo, o professor Khayat enfrentou a doença e teve ainda motivações mais fortes para os esforços de desvendar os mistérios do vírus, que passou a ser reconhecido como um problema mundial em março de 2020, quando a OMS declarou a Covid-19 como pandemia, que até esta semana já infectou mais 186 milhões de pessoas em todo o mundo. Destas, mais de 4 milhões morreram. No Brasil, o terceiro país com mais casos e o segundo com mais óbitos, já são mais de 500 mil brasileiros mortos pela doença.

Uma delas foi o irmão do professor Khayat. ‘Eu e minha família sofremos muito com essa doença. Fiquei dias internado, correndo risco de morte, e quando enfim me recuperei, perdi um irmão’, contou o pesquisador.

A vivência de enfrentar a doença o impulsionou a mergulhar ainda mais nas pesquisas. ‘Depois dessa experiência trágica, me senti mais impulsionado em me aprofundar nas pesquisas. Além de ter mais vontade de estudar, essa vivência me faz torcer para que tudo dê certo e outras famílias não passem pelo que a minha e tantas outras passaram. Digo às pessoas que tenham fé em Deus e acreditem na ciência. Nós, cientistas, estamos nos dedicando e somando forças para encontrar uma saída para esta pandemia’, conclui André Khayat.

Um olhar mais atento para as pessoas atingidas pela pandemia

A descoberta do ‘novo’ coronavírus deixa claro que pouco se sabe sobre ele. Além de correr atrás das vacinas, a comunidade científica sentiu a necessidade de traçar novas estratégias que permitam a melhor compreensão da ação do vírus e o seu impacto nas diferentes populações pelo mundo. Por isso, uma das pesquisas em andamento no Pará investiga as variações presentes no genoma viral e em todos os genes humanos expressos (EXOMA), inclusive das populações que habitam a região Amazônica – em especial as do Estado do Pará.

Financiada pela Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa (Fapespa) e em parceria com o Instituto Tecnológico Vale (ITV), a pesquisa realizada pela UFPA quer identificar marcadores genéticos que possam estar associados tanto ao agravamento da doença, quanto à sua proteção ou evolução na infecção pela Covid-19. Desde o início dos estudos, ainda em 2020, o projeto sequenciou o genoma do vírus de mais de mil paraenses e identificou pelo menos 20 tipos diferentes de variantes ou cepas do coronavírus. As amostras foram coletadas de pacientes do Hospital Universitário João de Barros Barreto, de servidores da UFPA e do Laboratório Central do Pará (Lacen), Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) e Instituto Neurogenesis, colaboradores da pesquisa.

‘Atualmente, temos observado o agravamento do quadro clínico da Covid-19 não apenas em idosos, mas também em jovens sem comorbidades aparentes” – Ândrea Ribeiro, pesquisadora.

A professora e pesquisadora Ândrea Ribeiro, coordenadora do projeto de ‘Vigilância Genômica da Covid-19’ na UFPA, diz que os distintos tipos de vírus que circulam nas populações podem ser responsáveis, em parte, por quadros clínicos tão discrepantes. ‘Entretanto, variantes genéticas presentes no genoma humano também podem originar e agravar essas diferenças de evolução do quadro clínico’, avalia.

O resultado dessa pesquisa poderá ser a chave para identificar a mudança de perfil da doença, que no início apontava a população idosa como o maior ‘grupo de risco’. Hoje, a professora Ândrea destaca algo que saltou aos olhos na segunda onda da pandemia: o agravamento da Covid-19 em um número elevado de jovens. ‘Atualmente, temos observado o agravamento do quadro clínico da Covid-19 não apenas em idosos, mas também em jovens sem comorbidades aparentes’, afirma.

Ela diz que a pesquisa deverá identificar fatores genéticos que influenciam esse grupo de pessoas, aparentemente saudáveis, a evoluírem rapidamente ao óbito após se infectarem. ‘Pacientes infectados pelo vírus podem ter reações das mais diversas, que vão desde a total ausência de sintomas clínicos até quadros de síndrome respiratória grave, que muitas vezes levam o paciente à morte, mesmo quando infectados pela mesma cepa. A causa ainda não sabemos, mas estamos buscando essa resposta’, diz a cientista.

As iniciativas da UFPA ocorrem em diferentes frentes, incluindo iniciativas para apoiar nos atuais procedimentos de tratamento e adaptação de equipamentos para inclusão. O campus da universidade é, também, um dos pontos cedidos para a Prefeitura de Belém realizar a vacinação da população.

“Desde o início da pandemia, temos mobilizado um esforço coletivo em ações de combate ao novo coronavírus e apoio à população. Mesmo em um cenário com muitas adversidades para as universidades e para a ciência nacional, nossos pesquisadores colocaram à disposição da sociedade todo o conhecimento científico acumulado para colaborar no diagnóstico, prevenção e tratamento da doença. Nossa comunidade se orgulha de todo o trabalho que vem sendo desenvolvido para salvar vidas, fruto do compromisso da UFPA com a Amazônia e o Brasil”, afirma Emmanuel Tourinho, reitor da UFPA.

Jovens e quem já tomou vacina deve manter cuidados, alerta profissional da linha de frente

Em março deste ano, 52,2% das internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Brasil se deram para pessoas com até 40 anos. E o total de pacientes que necessitaram de ventilação mecânica atingiu 58,1%. Priscila Viana, enfermeira coordenadora das UTIs do Hospital Beneficente Portuguesa, em Belém, viu na linha de frente essa mudança no perfil de pacientes de casos graves. ‘No início da pandemia, o grupo de risco inicial eram idosos e adultos com comorbidades, mas o cenário foi mudando e os índices de internação dispararam no público jovem e sem comorbidade’, diz a profissional de saúde.

A enfermeira reiterou que, hoje, todos deveriam se considerar grupo de risco. ‘Covid-19 é uma doença nova com inúmeras mutações e um efeito devastador. Por isso, todos são grupo de risco, inclusive os vacinados devem permanecer cautelosos, até que entidades competentes avaliem modificações futuras deste panorama. Não consigo entender a resistência da comunidade em se proteger através de medidas básicas. Se todos tivessem a oportunidade de conhecer de perto a realidade de quem trabalha na linha de frente nas UTIs e todo efeito devastador da doença, sem dúvidas a realidade seria outra’, opina.

A paraense Eiko Migiyama viveu esse quadro de ser uma paciente jovem, mas com gravidade. Primeiro ela enfrentou a perda do avô, Katsuhiko Migiyama, de 76 anos, que apesar da idade avançada, era uma pessoa ativa: fazia caminhadas, ia à academia regularmente e ainda trabalhava no comércio da família. Em 6 de abril do ano passado ele foi internado, chegou a ter alta da UTI depois de 15 dias, mas retornou e faleceu em 2 de maio.

Quatro dias antes, em 28 de abril, Eiko adoeceu de Covid-19, e mesmo sendo uma jovem de 21 anos sem comorbidades aparentes, teve um quadro muito grave. ‘Por complicações fiquei internada uma semana, precisei de oxigênio, tive bronquite, pneumonia e anemia. Nesse período da internação cheguei a usar fraldas descartáveis por não ter força para levantar’, conta Eiko, que posteriormente ainda precisou do auxílio de cadeira de rodas e cuidador durante sua recuperação.

Eiko tem problemas até hoje do pós-covid. ‘Faz uns dois meses que fiz uma bateria de exames e ainda carrego sequelas na tireóide, na vesícula, no coração e no pulmão. Voltei a fazer exercícios para melhorar a atividade cardio-pulmonar e continuo em acompanhamento’, conta ela, que hoje se permite ter mais esperança. ‘Não tenho recebido mais notícias de mortes, nem de conhecidos meus nem dos meus amigos, e isso me deixa muito esperançosa, principalmente na vacinação. Graças a Deus minhas avós e meus pais já estão vacinados, e eu não vejo a hora de ser vacinada e da gente sair dessa’, afirma.

Pesquisa na Amazônia integra esforço global para investigar Covid-19

O Brasil está entre os 32 países do mundo que fazem parte do projeto ‘Scourge’, uma pesquisa global em Covid-19, financiado pela União Europeia, com 91 centros de estudos. Trata-se de um acordo internacional para investigar biomarcadores genéticos de risco para a infecção da Covid-19. No Brasil, dos três centros colaboradores do consórcio, o Núcleo de Pesquisas em Oncologia da UFPA é o único da Amazônia. Os outros dois são do Rio Grande do Norte, estado do nordeste brasileiro e de Brasília, capital do país.

O projeto reuniu 150 mil amostras genéticas de pacientes do mundo, sendo 3 mil delas do Brasil e cerca de 500 do Pará, para realizar o sequenciamento do genoma humano e descobrir quais características genéticas podem deixar o homem mais suscetível aos casos graves da doença. ‘Nossa dúvida é: por que nós temos indivíduos que quando são infectados, têm formas severas de Covid -19, que representam um grupo de 5% e por que temos indivíduos que não manifestam formas grave da doença, que são a maioria?’, indaga o coordenador da pesquisa, professor doutor Ney Santos, também do NPO.

Ele diz que entre os benefícios dessas pesquisas que buscam entender singularidades do hospedeiro do vírus estão a melhorar nas formas de prevenção, em que um indivíduo ao saber que possui o gene ‘amigo do vírus’ redobra seus cuidados, e até a alteração das listas de prioridades para vacina, ou ainda no pós-infecção, em que o médico pode adequar o atendimento às necessidades do paciente que já possui uma pré-disposição ao agravamento ou óbito.

“O conhecimento é cíclico e vai se acumulando, nunca será jogado fora. Por isso é importante investir em ciência” – Sidney Santos, diretor do NPO.

O diretor do NPO, Sidney Santos, afirma que as respostas a tantas perguntas atuais já estariam respondidas se a comunidade científica tivesse agido com a mesma força de hoje, em estudos anteriores sobre outras doenças, como na pandemia do H1N1, ‘pois a informação coletada anteriormente teria feito andar a pesquisa sobre Covid-19 numa velocidade dezenas de vezes maior’, avalia.

Entretanto, Sidney pondera que os benefícios do conhecimento produzido até então não terminam quando for encontrada a cura da doença. ‘O conhecimento é cíclico e vai se acumulando, nunca será jogado fora. Por isso é importante investir em ciência. Esse é o lucro maior: não vamos ficar parados, nós produzimos informações que serão empregadas em outras situações, além da Covid-19’, diz o cientista.

Projeto garante inclusão na proteção contra covid-19 para surdos

Até aqui se sabe que a melhor proteção contra a Covid-19 são os cuidados com distanciamento, a higienização das mãos e as máscaras. Foi nesse último item que foi desenvolvido um projeto pelo Time Enactus da UFPA, para atender mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, se reinventou na pandemia. O ‘Costuraê’ passou a produzir e doar máscaras de proteção para as comunidades vulneráveis da Amazônia, atitude que abriu portas para mais uma solução: as máscaras adaptadas para pessoas surdas.

Na confecção, foi empregada uma tecnologia a partir da reutilização de garrafas PET, escolha que possibilitou a seleção da iniciativa no edital ‘Ford Fund Covid-19 College Challenge’, por fornecer a transparência bucal que possibilita a leitura labial de pessoas surdas oralizadas e uma comunicação mais efetiva.

‘Começamos a produzir as máscaras em abril do ano passado, quando fomos selecionados em um edital internacional que visava dar um incentivo financeiro para ideias inovadoras com o objetivo de minimizar os impactos da Covid-19, e aí começamos a produzir e doar. O Costuraê tem como foco corte e costura, e as mulheres estavam sem rendas, então unimos o útil com o agradável’, diz Beatriz Araújo, membro do projeto.

A tecnologia ganhou reconhecimento internacional e em 2020 foram produzidas 1.121 máscaras. Este ano foram 444, todas doadas para diversas organizações, como a Escola Astério de Campos, Instituto Felipe Smaldone, Pastoral de Surdos Regional e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), entre outras.

Universidade produz reanimadores de baixo custo

Outro projeto da UFPA reinventou o ambu, equipamento de reanimação manual. A ideia foi desenvolver o ambu automatizado para atender regiões carentes do Pará. Trata-se de um equipamento auxiliar emergencial de baixo custo para ser utilizado em UTIs, na ventilação de pacientes com gravidade intermediária.

A ferramenta está sendo produzida para facilitar o uso em localidades mais distantes e até mesmo sem luz. ‘Esse ambu não é dependente de energia elétrica, portanto, poderá ser usado em regiões da Amazônia em que ainda não se tem o acesso à energia’, explica Lucas Henrique, acadêmico de Engenharia Biomédica e integrante do projeto. “O equipamento precisa de energia elétrica apenas pra o compressor que abastece os tanques de ar comprimido, mas ele não para de funcionar quando ocorre queda de energia elétrica, o que é comum no interior”.

Lucas Henrique ressalta que a ideia é expandir o uso do equipamento para o interior do Norte e Nordeste. ‘Poderá ser suporte no sistema de saúde pública, diminuindo causas de morte por conta da falta de respiradores’, explica. O grupo já fabricou dois protótipos e está na fase de melhoramento do equipamento para deixá-lo mais compacto.

‘É importante lembrar que o reanimador automático não substitui o respirador, e não é indicado para casos graves nem em UTI, mas auxilia na oxigenação dos pacientes nas formas brandas da doença’, ponderou. O projeto está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica (PPGEM), Curso de Engenharia Mecânica (FEM) e Curso de Engenharia Biomédica (FEB) da UFPA.

Saiba mais

-A Universidade Federal do Pará (UFPA), maior universidade pública da região Norte do Brasil, é referência internacional em pesquisas de Covid-19. No interior da instituição que produz ciência na Amazônia há mais de 60 anos, pesquisadores do Núcleo de Pesquisas em Oncologia (NPO) e Laboratório de Genética Humana e Médica se dedicam em busca de soluções para uma pandemia do SARS-CoV-2.

-O Instituto Evandro Chagas (IEC), localizado em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, é referência em técnicas de cultivo celular, com laboratórios implantados ainda na década de 60. As células humanas utilizadas no experimento que busca a cura da covid-19 são do Laboratório de Citogenômica e Mutagênese Ambiental.

Fonte: O Liberal – Belém

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