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Grandes redes de farmácias faturam R$ 18 bilhões e crescem 15%

Grandes redes de farmácias

Com receita de R$ 18,24 bilhões no primeiro trimestre, uma alta de 14,7% em relação ao mesmo período de 2021, as grandes redes de farmácias mantêm a curva de crescimento dos últimos três anos. O levantamento da Abrafarma revela que o avanço consistente do setor respalda também o fortalecimento do mercado de trabalho. Pela primeira vez, a procura por farmacêuticos tem aumento de dois dígitos.

Na comparação com janeiro a março do ano passado, quase 3 mil farmacêuticos foram incorporados às 26 empresas que integram a entidade, o que equivale a um incremento de 10,9%. Ao todo, são 29.799 profissionais dessa categoria, 20% do total de funcionários e colaboradores.

“A pandemia colocou ainda mais em evidência o papel das farmácias como centros de saúde e assistência primária à população. A necessidade de um atendimento mais especializado e que incentive a adesão aos tratamentos cresce na mesma proporção”, comenta Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma. O maior índice de recrutamentos dessa mão de obra acompanha a demanda de clientes no período – mais de 254 mil, contra 223 mil do primeiro trimestre de 2021.

Medicamentos puxam a alta das grandes redes de farmácias

Os medicamentos responderam por 78% do volume comercializado e somaram faturamento de R$ 12,44 bilhões nas grandes redes de farmácias – 14,8% a mais do que nos três primeiros meses do ano passado. A representatividade dessa categoria subiu dez pontos percentuais em relação à média de 2021. Os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) movimentaram R$ 3,61 bilhões e avançaram 16,8%.

“A crescente preocupação com a imunidade ajuda a explicar a consolidação dos MIPs na lista de compras dos brasileiros. O consumidor assumiu outro patamar de maturidade e claramente demonstra mais aptidão ao autocuidado”, enfatiza Barreto.

A operação de delivery e e-commerce segue em ascensão consistente e o faturamento no trimestre ultrapassou R$ 815 milhões, uma alta de 39,6% no período. Já os chamados não medicamentos, que contemplam itens de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria, geraram R$ 2,07 bilhões – evolução de 13%.

Comparativo 1º trimestre

Grandes redes de farmácias

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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