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Indústria cobra agilidade da Anvisa frente ao coronavírus

Em razão dos impactos do coronavírus, que passou a ser considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a indústria farmacêutico tem cobrado mais agilidade da Anvisa para desburocratizar a importação de insumos farmacêuticos ativos (IFAs). Uma das expectativas do setor é que a autarquia dê mais agilidade ao processo de mudança de fornecedores, para evitar riscos de desabastecimento. Principais focos da doença e com alta produção de insumos para exportação, China e Itália interromperam remessas por causa do surto da doença. A Índia seguiu o mesmo caminho e suspendeu as vendas para o Exterior de 26 IFAs e de todos os medicamentos fabricados a partir dessa matéria-prima. Nesta quinta-feira, dia 12, o Grupo FarmaBrasil deverá se reunir com a Anvisa para debater o assunto. A entidade congrega 12 dos maiores laboratórios do país, que totalizam em torno de 30% do movimento da indústria farmacêutica nacional. “Precisamos de medidas facilitadoras. Isso não significa perder qualidade, mas sim considerar ajustes em uma situação de emergência”, observa o presidente executivo Reginaldo Arcuri. A ProGenéricos também tinha um encontro programado com a agência na quarta-feira, dia 11, mas os detalhes da reunião ainda não foram revelados. Embora ainda não se cogite a indisponibilidade de remédios, a preocupação da indústria é pertinente. Mais de 90% dos insumos utilizados no país são de origem da China, Índia e Irlanda. Já os medicamentos biológicos, utilizados no tratamento do câncer e de doenças neuro-degenerativas, são 100% importados do Canadá, Estados Unidos, Japão e de países da Europa.

Em razão dos impactos do coronavírus, que passou a ser considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a indústria farmacêutico tem cobrado mais agilidade da Anvisa para desburocratizar a importação de insumos farmacêuticos ativos (IFAs). Uma das expectativas do setor é que a autarquia dê mais agilidade ao processo de mudança de fornecedores, para evitar riscos de desabastecimento.

 

Principais focos da doença e com alta produção de insumos para exportação, China e Itália interromperam remessas por causa do surto da doença. A Índia seguiu o mesmo caminho e suspendeu as vendas para o Exterior de 26 IFAs e de todos os medicamentos fabricados a partir dessa matéria-prima.

 

Nesta quinta-feira, dia 12, o Grupo FarmaBrasil deverá se reunir com a Anvisa para debater o assunto. A entidade congrega 12 dos maiores laboratórios do país, que totalizam em torno de 30% do movimento da indústria farmacêutica nacional. “Precisamos de medidas facilitadoras. Isso não significa perder qualidade, mas sim considerar ajustes em uma situação de emergência”, observa o presidente executivo Reginaldo Arcuri.

 

A ProGenéricos também tinha um encontro programado com a agência na quarta-feira, dia 11, mas os detalhes da reunião ainda não foram revelados. Embora ainda não se cogite a indisponibilidade de remédios, a preocupação da indústria é pertinente. Mais de 90% dos insumos utilizados no país são de origem da China, Índia e Irlanda. Já os medicamentos biológicos, utilizados no tratamento do câncer e de doenças neuro-degenerativas, são 100% importados do Canadá, Estados Unidos, Japão e de países da Europa.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/03/02/coronavirus-governo-corre-para-importar-remedio/

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