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O que é diverticulite? Conheça as causas, sintomas e o tratamento

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Diverticulite

O sistema digestivo é o afetado pela diverticulite, inflamação que acomete o intestino grosso. O órgão, quando sofre com a doença, pode apresentar abscessos (cistos) ou perfurações.

Esse male é marcado por pequenas bolsas que surgem em paralelo ao trajeto do intestino. A grosso modo, é como se o órgão possuísse pequenos desvios em sua trajetória.

Agora que você já sabe o que é, vamos saber as possíveis causas, sintomas, tratamento, como prevenir, como é feito o diagnóstico e também como diferenciar da diverticulose.

O que está por trás da diverticulite?

O motivo específico por trás da formação e inflamação dos divertículos é desconhecido, mas existem algumas teorias. Uma delas são fatores genéticos. A outra, a pouca ingestão de fibras.

Sobre a segunda, a explicação seria basicamente essa: o paciente ingere poucas fibras. Com isso, suas fezes são pouco hidratadas, causando assim atrito dentro do intestino, machucando o órgão.

Quando a musculatura intestinal perde elasticidade, movimento natural do envelhecimento, esses casos podem se tornar mais comuns.

Quais os sintomas?

No geral, essa não é uma doença que apresente muitos sintomas, ou seja, ela costuma ser assintomática. Só que isso não quer dizer que, se você tiver diverticulite, não vai sentir nada. Quadros podem apresentar:

  • Calafrios
  • Diarreia
  • Dificuldade para urinar
  • Dor abdominal (mais para o lado esquerdo)
  • Febre
  • Fístulas (comunicação anormal entre duas ou mais estruturas do corpo)
  • Gases
  • Inchaço
  • Náusea
  • Perda de apetite
  • Prisão de ventre
  • Sangramentos
  • Sangue nas fezes
  • Sensibilidade no abdome
  • Vômitos

Como é feito o tratamento?

Apesar de, muitas vezes, ser assintomática, isso não quer dizer que você não precisa tratar a doença. Se não tratada, ela pode gerar graves consequências, como abscessos, fístulas e peritonite (inflamação generalizada).

O tratamento da diverticulite muda de acordo com a gravidade do quadro. Casos mais leves demandam apenas repouso e rever a dieta. Já os mais graves podem depender do uso de antibióticos e até mesmo intervenções cirúrgicas.

Como posso evitar?

O processo para prevenir a doença começa pela dieta. Coloque no seu dia-a-dia cereais integrais, frutas, grãos, vegetais e, é claro, as queridinhas da saúde intestinal: as fibras.

Outras práticas de bem-estar para colocar na sua rotina são beber ao menos dois litros de água por dia e praticar exercícios físicos.

Como é o diagnóstico?

Exames clínicos e o histórico do paciente podem ser utilizados no diagnóstico da diverticulite, mas, o diferencial, ficará por conta dos exames de imagem. A colonoscopia e a tomografia computadorizada são as melhores opções.

É importante o diagnóstico assertivo principalmente para descartar doenças com sintomas parecidos, como apendicite, câncer de cólon e doença de Crohn, por exemplo.

A diferença para a diverticulose

Apesar do nome parecido e da presença de divertículos em ambos os casos, essas são duas doenças diferentes.

Quando o paciente possui um número elevado de divertículos em seu intestino, ele pode ser diagnosticado com diverticulose. Mas, se houver resquícios de fezes no interior dessas bolsas ou se elas inflamarem, será então um caso de diverticulite.

As duas doenças podem se interdepender entre si ou não.

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