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Queda positiva do Covid-19 após pico de Ômicron no Brasil

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) analisou 528,4 mil diagnósticos moleculares desde a semana de Natal.

Veja também: Vacina da Moderna para crianças menores de 6 anos é até 44% eficaz contra ômicron

A proporção de testes positivos para covid-19 entre o número total de exames realizados está diminuindo com frequência no Brasil. Nas primeiras semanas de março, a chamada positividade atingiu 9,9%, número que era de 60% quando a variante Ômicron atingiu seu pico. nas cidades brasileiras, entre janeiro e fevereiro.

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O levantamento foi realizado por meio do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e analisou 528,4 mil diagnósticos moleculares desde a semana de Natal. Uma tendência semelhante é perceptível nos testes imediatos de farmácia, cuja positividade de covídeos diminuiu mais de 64% em fevereiro, segundo a Abrafarma.

Com a queda do covídio no país, os jovens são ultimamente motivo de preocupação. Um boletim publicado nesta quinta-feira (17) pela Fiocruz aponta que a ocorrência de casos de síndrome respiratória aguda grave (SARS), que engloba outras doenças além do covídio, tem um ‘aumento significativo’ nos jovens.

A taxa de testes positivos para o vírus sincicial respiratório (RSV), mais comum em faixas etárias mais jovens, passou de menos de 1% no início do ano para 5% na semana passada, diz o ITPS.

De acordo com o levantamento do Instituto Todos pela Saúde, realizado em parceria com os laboratórios pessoais Dasa, DB Molecular e Hlagyn, a taxa de positividade do covídeo, que chegou a 60% após a chegada da variante Ômicron, chegou a 9,9% nas primeiras semanas. de março, mesmo depois do Carnaval.

‘Isso reflete uma tendência que temos visto em muitos países: o Ômicron gerou um aumento vertiginoso, seguido de uma queda’, diz o virologista Anderson Brito, que alerta que a taxa de positividade diminuiu em todas as faixas etárias.

Ao mesmo tempo, o número de exames imediatos realizados na distribuição farmacêutica que deu um resultado positivo de covid diminuiu 64,52% de fevereiro a janeiro. As confirmações passaram de 984,6 mil para 349,3 mil. Dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) também indicam queda contínua nos positivos nos primeiros dias de março.

Brito explica que além de afetar o número de casos registrados, a desaceleração da pandemia diminui a chamada para exames e o percentual de diagnósticos positivos. Resta saber, explica o virologista, se a situação permanecerá assim ou se haverá interrupção da tendência de queda no Brasil, como tem sido observado em países europeus, como Reino Unido e Alemanha, e em países asiáticos; Recentemente, a China decretou um bloqueio devido ao aumento do número de casos.

‘BA. 2 (subline Ômicron) está agora no caminho certo para se adaptar à variante principal, esse é um dos pontos (que gerou um acúmulo de casos)’, disse Brito. ‘É incrivelmente importante, mas isso não é tudo. ‘ Covid nos últimos anos mostrou que não é um fenômeno remoto, mas multifatorial.

Segundo ele, seriam quatro fatores que podem gerar os casos: o vírus em si, a adoção ou não de medidas não farmacológicas, a política de vacinação e a redução das imunidades à base de plantas, o que reforçaria a necessidade de doses de reforço.

‘Além de tudo isso, ainda há um 5º detalhe que pode divulgar o vírus, ou seja, os países europeus estão no inverno. As pessoas tendem a estar lotadas e mais em locais fechados, o que aumenta a poluição, especialmente quando as máscaras não são usadas’, acrescenta.

No Brasil, o virologista aponta que a diminuição da positividade é um ‘grande sinal’. ‘O conhecimento mostrou que a positividade diminuiu para o SARS-CoV-2. A influenza A, que é o vírus da gripe, está em baixa circulação. A positividade do teste, que mais de 40% no início do ano, agora foi reduzida’, disse. Ainda assim, isso reforça a importância de acompanhar o cenário nas próximas semanas e seguir medidas como o uso de máscaras em ambientes fechados.

Crianças

Como ponto de atenção, Brito ressalta que o vírus sincicial respiratório, cuja taxa positiva de verificação de menos de 1% no início do ano, aumentou para 5% na semana passada. escola, é uma possibilidade. O que estamos vendo agora é um aumento, e que o vírus basicamente ocorre em jovens. Mais de 77% dos casos diagnosticados em jovens estão relacionados ao RSV. Nunca tínhamos notado uma proporção tão grande’, disse ele. Diz.

Nesse contexto, afirma que, por se trata de um vírus sazonal, que tende a jovens e idosos em maior proporção, seria vital prestar maior atenção não só, mas também à vacinação contra o covid-19. 19. O avanço da política de vacinação nessa faixa, explica o virologista, teria o potencial de salvá-lo do aumento das internações por covídio e, assim, aliviar a pressão sobre os sistemas de saúde.

O boletim infogripe publicado pela Fiocruz na última quinta-feira (17) indica que, apesar da manutenção da situação de declínio da população em geral, a ocorrência de casos de síndrome respiratória aguda grave em jovens apresenta ‘um acúmulo significativo em vários estados do mês de fevereiro, época da retomada do ano letivo’.

Insights preliminares de laboratório sugerem um acúmulo imaginável de instâncias associadas a RSV na organização de 0 a 4 anos e um alto declínio de instâncias associadas a SARS-CoV-2 na organização de 5 a 11 anos. compilado por meio do veículo de imprensa do consórcio indica que 53,4% deste último público foi vacinado com a 1ª dose. Com uma dieta inicial completa, ainda é inferior a 6%.

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, destaca que o Brasil tem recentemente um número semelhante de novos casos semanais de síndrome respiratória aguda grave ao observado no final de outubro do ano passado, que foi o menor volume registrado no passado. ‘Por outro lado, estamos falando de um universo de cerca de 5. 000 novas instâncias semanais (de SARS) em todo o país’, disse ele.

‘Com uma diferença também em relação a outubro do ano passado, que é o fato de que as crianças, especialmente as mais jovens, de 0 a 4 anos, que no final de outubro representavam cerca de 1. 100, 1. 100 instâncias que consistem em semana, agora constituem um universo de cerca de 2. 000 novas instâncias por semana neste total de cerca de 5. 000 novas instâncias por semana, ‘com uma diferença também em relação a outubro do ano passado, é o fato de que as crianças, especialmente as mais jovens, agora constituem um universo de cerca de 2000 novas instâncias por semana neste total de cerca de 5. 000 novas instâncias por semana’ Explica.

O pesquisador lembra que esses casos não apontam apenas para covídio. ‘Vemos ainda mais agora o retorno do vírus sincicial respiratório, causando muitas internações em nossas crianças’, diz o pesquisador. No entanto, acrescenta, covid é mais uma vez o maior vírus. relacionados às internações por problemas respiratórios, reforçando o uso de máscaras – que também reduzem a transmissibilidade do RSV – e avanço na cobertura vacinal infantil.

Velho

Além das crianças, os idosos são um ponto de atenção neste momento de pandemia. Levantamento realizado por meio do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp) entre 72 hospitais pessoais do estado mostra que em 76% das amenidades analisadas predominam pacientes internados em extensos leitos de cuidados para covídeos na organização de idades entre 60 e 79 anos. Os pacientes com mais de 80 anos predominam em 12%.

Segundo a guilda, a prevalência de outros idosos na UTI de pacientes com sintomas de covid justifica a proposta do governo de iniciar a aplicação da 4ª dose da vacina neste público. Na quarta-feira, 16, a gestão Doria anunciou que começaria a implementar o chamado reforço adicional na população com mais de 80 anos na próxima semana. Como requisito, eles devem ter tomado a 3ª dose por pelo menos 4 meses.

Para outras equipes de idade, como o público com mais de 70 anos, nenhum cronograma foi publicado, porém, o governo já indicou que pretende com a idade que as equipes atendidas, até chegar ao público acima de 60 anos. Até o momento, o Ministério da Saúde recomenda a aplicação da 4ª dose apenas em pessoas imunocomprometidas, mas em outros estados, como Mato Grosso do Sul, a aplicação já foi acompanhada por outros públicos, como idosos e profissionais de fitness.

Fonte: Notícias do Mundo 

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