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Falta de medicamentos aumenta procura por farmácias de manipulação

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farmácias de manipulação

As farmácias de manipulação vêm registrando aumento na demanda ao despontarem como alternativa para a falta de medicamentos no Brasil.

De acordo com a Anfarmag, a contratação de funcionários no setor aumentou 6% nos últimos 12 meses. O faturamento também deve seguir a curva positiva de 2021, com crescimento de 10,5% frente ao ano anterior.

Atualmente, cerca de 8,4 mil farmácias de manipulação atuam em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. O segmento magistral utiliza os mesmos insumos farmacêuticos que as grandes indústrias, mas não vem convivendo com os mesmos problemas de fornecimento de matéria-prima.

“A demanda pela farmácia é uma demanda muito menor e que está sendo possível de atender. Diferentemente da indústria, que requer grandes quantidades de insumo e, muitas vezes, tem dificuldade de ter esse suprimento de maneira adequada”, afirmou o  diretor executivo Marco Fiaschetti, em entrevista ao Jornal Nacional (TV Globo).

Farmácias de manipulação: demanda cresce acima de 30%

Um dos reflexos dessa evolução do mercado magistral pode ser presenciado na Farmácia Artesanal, com atuação em seis estados e no Distrito Federal. As vendas de antibióticos e anti-histamínicos cresceram 30% desde o início do ano. E a rede ampliou o volume de funcionários e a equipe de call center para absorver a demanda.

“A gente vem tendo uma procura bastante acentuada em algumas classes farmacêuticas, principalmente nos antibióticos, nos antitussígenos, os antialérgicos, e temos recebido também ligações de profissionais, médicos, prescritores, para saber se a gente pode atender a receita dessa população que não encontra isso nas farmácias, nas drogarias comuns”, conta Maria Alícia Ferrero, uma das farmacêuticas do grupo.

Já na Gallica Manipulação Farmacêutica, com presença no Acre, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a procura por dipirona cresceu 40% nos últimos dois meses, enquanto a alta no caso dos anti-inflamatórios foi de 30%.

“Além das pessoas físicas e médicos, eu também atendo clínicas e hospitais, UTI Neonatal de hospital, clínicas de endoscopia e colonoscopia que fazem pedidos para atender um público grande”, relata o diretor Helbert Bontempo.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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