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Taxa de testes positivos para Covid em farmácias do AM é de 31%, a maior do Brasil

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O Amazonas é o estado que apresenta o maior percentual de aumento de testes positivos realizados em farmácias em todo o Brasil, se comparado ao mês de janeiro. Apesar de uma ligeira queda em relação à semana anterior, o volume de testes em farmácia em junhos segue em alta.

O resultado de testes positivos no Amazonas é de 31% em junho contra 27% no mês janeiro, quando o estado atingiu o pior pico de mortes pela pandemia. o Acre fica em segundo lugar.

O levantamento é baseado nos testes realizados pelas redes de farmácias da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). De acordo com a associação, no período de 31 de maio a 6 de junho contabilizou 350.669 testes rápidos da Covid-19 em farmácias, uma ligeira queda em relação aos 371.691 da semana anterior em todo o Brasil.

O número de casos positivos foi de 80.119 (23%). Porém, o cenário segue alarmante especialmente em função de um dado. Ao todo, 22 estados sustentam índice de infectados acima de 20%, contra nove no início do ano. Ao todo, 22 estados têm índice de casos positivos acima de 20%, contra nove no início do ano.

De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), apenas cinco unidades da Federação estão abaixo da casa de 20% – Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Piauí e Sergipe. “No entanto, nenhum estado teve redução de casos de janeiro a junho”, adverte o CEO da entidade, Sérgio Mena Barreto.

Os estados do sul do país são os que mais refletem essa realidade. O maior avanço da doença ocorreu em Santa Catarina (11 pontos percentuais) e Rio Grande do Sul (dez pontos). Eles são seguidos de perto por Roraima (dez), Rio Grande do Norte e Tocantins (ambos com nove), e Bahia (oito).

O total de testagens desde o início da implementação do serviço, em abril de 2020, chegou a 7.577.508 – sendo 1.620.400 resultados positivos (21%) e 5.957.108 negativos (79%). “Mas é importante salientar que, até o fim do ano passado, o volume de atendimentos não superava 1,7 milhão”, destaca Mena Barreto.

Fonte: Jornal A Crítica – AM

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