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Tipos de Tesouro Direto: entenda as diferenças e saiba como escolher

Existem alguns tipos de tesouro direto, que variam de acordo com o tipo de remuneração: prefixada, pós-fixada ou híbrida.

Quais são os tipos de tesouro direito?

Os tipos de títulos do tesouro direto disponíveis são:

1- Prefixado

Nesse tipo de título, o investidor sabe desde a aplicação qual será a taxa de juros. Sendo que a taxa continua a mesma desde a aplicação até o vencimento do título.

Dessa forma, é possível fazer as contas para saber qual será o retorno obtido com a aplicação. Dentro do Tesouro Prefixado, existem duas categorias: Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais.

A diferença é que, no Tesouro Prefixado, você tem acesso ao rendimento do título apenas no vencimento. Por outro lado, no Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, você recebe os juros a cada seis meses.

2- Tipos de tesouro direto: Selic

O Tesouro Selic é um título que remunera de acordo com a taxa Selic. Desse modo, o rendimento do título pode ser maior ou menor de acordo com a taxa Selic.

Sendo que a taxa Selic é definida a cada 45 dias pelo Copom. Como a rentabilidade do título varia segundo a Selic, o Tesouro Selic é um título pós-fixado.

A vantagem é que o rendimento pode ser mais alto se a Selic subir. Mas também pode ocorrer da Selic cair. Além disso, como o retorno varia, não é possível calcular qual será exatamente o rendimento do título.

3- Tesouro IPCA+

Por fim, temos o Tesouro IPCA+, que é um título híbrido. Dessa forma, ele remunera uma taxa prefixada e uma taxa que varia.

A grande vantagem desse tipo de título de tesouro direto é que ele está indexado à inflação. Ou seja, ele está indexado ao IPCA, que é o indicador que mede a inflação do país.

Dessa maneira, os títulos do Tesouro IPCA+ garantem que o investidor terá um retorno acima da inflação, tendo um ganho real com a aplicação.

Assim como ocorre com o Tesouro Prefixado, existem dois tipos de Tesouro IPCA+: Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais.

Tipos de tesouro direto para cada prazo

Ao investir, é essencial levar em conta o prazo de vencimento do título e o prazo para a realização dos seus objetivos ao investir. Dentre os tipos de tesouro direto, cada um deles pode ser usado para um tipo de prazo:

1- Curto prazo

Os títulos de Tesouro Selic são uma boa opção para investimentos de curto prazo. Isso porque esses títulos não costumam ter prazos de vencimentos muito longos.

Além disso, eles podem ser resgatados a qualquer momento. Por exemplo, você pode usar este tipo de título de tesouro direto para:

  1. Comprar algum bem;
  2. Fazer uma viagem;
  3. Fazer uma reserva.

2- Títulos do tesouro direto para o médio prazo

Já para os objetivos de médio prazo, os títulos prefixados podem ser uma boa alternativa. Sendo que os objetivos de médio prazo podem ser, por exemplo:

  1. Trocar de automóvel;
  2. Fazer uma grande viagem;
  3. Cursar MBA ou pós-graduação.

3- Longo prazo

Por fim, para o longo prazo você pode escolher o Tesouro IPCA+. Esse tipo de título do tesouro direto costuma ter um prazo maior e oferecer um bom custo-benefício. Alguns exemplos de objetivos de longo prazo são:

  1. Ter o capital inicial para empreender;
  2. Compra da casa própria;
  3. Custear a faculdade dos filhos.

Outras opções de investimentos

Existem muitas opções de investimento no mercado. Algumas bem famosas e que também podem te interessar são:

1- CDBs

A sigla CDB significa Certificado de Depósito Interbancário. Em resumo, os CDBs são títulos emitidos por bancos com o intuito de captar recursos para as suas atividades.

Sendo assim, ao investir em CDB, você está emprestando seu dinheiro para o banco, em troca de uma taxa de juros. Enfim, essa é uma boa opção de ativo de renda fixa para diversificar a carteira.

Isso porque os CDBs oferecem um retorno mais alto do que os títulos do tesouro direto. Isso ocorre pois eles são tidos como mais arriscados do que o tesouro direto.

Apesar disso, o risco não é muito alto, já que os CDBs contam com a proteção do FGC. Em síntese, o FGC é o Fundo Garantidor de Créditos, que devolve até R$ 250 mil por CPF e instituição, em caso de calote.

2- Ações

As ações são os ativos mais famosos do mercado. Na prática, as ações são frações de uma empresa negociadas na bolsa de valores. Desse modo, ao comprar uma ação, você se torna sócio do negócio.

Um detalhe importante é que as ações fazem parte da renda variável. Isso significa que os riscos são bem mais altos do que os títulos do tesouro nacional, pois eles fazem parte da renda fixa.

3- Fundos de investimento

Por fim, os fundos de investimento também são bem famosos no mercado. Em resumo, eles funcionam como uma reunião de investidores com foco em aplicar em um ativo ou setor em específico.

Assim como as ações, os fundos de investimento fazem parte da renda variável. Contudo, o nível de risco vai variar de acordo com o tipo de aplicação que o fundo realiza.

Enfim, gostou de aprender sobre os tipos de tesouro direto? Então aproveite para aprender como investir no tesouro direto.

Fonte: Investidor Sardinha

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/tesouro-direto-registra-r-31-bilhoes-em-vendas-em-fevereiro/

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